Publicidade
Quarta, 02 Abril 2014 13:27

José de Anchieta não matou um cara

Postado por
anchieta_protestante

Às vésperas da canonização de José de Anchieta, os inimigos da Santa Igreja se empenham em dar novo impulso à história de que o santo teria matado um protestante com suas próprias mãos. Esse caô é bem fácil de desmentir, pois os registros históricos mais plausíveis inocentam o Apóstolo do Brasil, e expõem a cretinice de seus caluniadores desesperados.

O rolo foi o seguinte: após cinco meses de negociações com os índios tamoios, foi selado um acordo de paz. Tendo cumprido sua missão diplomática, Anchieta deixa a tribo e retorna a São Vicente. Porém, infelizmente, a trégua durou pouco. Incitadas pelos franceses protestantes, as tribos que não haviam negociado diretamente com os jesuítas quebraram o acordo; no ano seguinte, em 1564, os tamoios da Guanabara (atual Rio de Janeiro) retomaram os ataques aos portugueses.

Para garantir a ocupação da Guanabara e reestabelecer a paz na região, era preciso expulsar de vez esse pessoal, já que os meios diplomáticos haviam sido insuficientes. Com sua influência junto aos índios tupis, Anchieta ajudou a reforçar a armada de Estácio de Sá, reunindo um grande número de guerreiros. Depois, como capelão das tropas, o santo cuidou dos feridos e ajudou a manter a moral de todos em alta.

Resultado: em 1567, a guerra terminou com a vitória portuguesa e a derrota definitiva da Confederação dos Tamoios. Cerca de dez combatentes franceses foram feitos prisioneiros e condenados à morte pela forca. Não foram condenados por heresia, mas sim por crime de invasão territorial e apoio à guerra contra os portugueses.

Era chegado o momento da execução do último francês. Para a sua desgraça, seu suplício foi aumentado por causa da incompetência do carrasco jeselito, que deu uma laçada muito mal-feita. O homem se debatia pendurado pelo pescoço, sem morrer. Para dar breve fim a essa aflição, Padre Anchieta deu uma bronca no carrasco, para que fizesse direito seu trabalho. O laço foi então refeito do modo correto, e o francês finalmente morreu, tendo abreviado os seus tormentos.

Basta um mínimo de boa vontade para notar que, em vez de desmerecer José de Anchieta, esse ato se soma aos seus incontáveis gestos de amor caridade. Ajudou o condenado a ter uma morte mais rápida e com menos sofrimento.

Porém, entrou em cena a eficiente AMHP: Agência de Manipulação Histórica Protestante. O episódio foi grotescamente distorcido para tentar manchar a trajetória do santo. Espalham por aí que o carrasco estava com peninha do francês, e por isso, estava demorando demais para aplicar a pena. Então, o Padre Anchieta o teria enforcado com suas próprias mãos.

As evidências a favor de Anchieta já foram apresentadas pelo padre Hélio Abranches Viotti, SJ. O caso foi discutido em Roma no século XVIII, e não foi considerado impedimento para a canonização do nosso maior missionário. A Igreja se pronunciou oficialmente, garantindo que Anchieta não cometeu qualquer pecado ou irregularidade nesse caso.

Em primeiro lugar, foi um gesto de compaixão. Em segundo lugar, o tal francês enforcado não era João de Bolés (Jean le Balleur), conforme afirmam os autores protestantes. Vários documentos evidenciam que o calvinista João de Bolés foi processado na Bahia, mandado para Portugal e absolvido.

Portanto, João de Bolés não morreu no Brasil, muito menos no Rio de Janeiro, conforme provam diversos documentos citados no livro do Pe. Viotti, entre eles uma carta de José de Anchieta:

“Um dos moradores desta fortaleza era um Joanes de Bolés, homem douto nas letras latinas, gregas e hebraicas e muito lido na Sagrada Escritura, mas grande herege (...). Ali começou logo a vomitar a peçonha de suas heresias. Ao qual resistiu o Pe. Luis da Grã e o fez mandar preso à Bahia de todos os Santos. E daí foi mandado pelo Bispo dom Pedro Leitão a Portugal, e de Portugal doi para a Índia e nunca mais apareceu.”

- José de Anchieta. Cartas Jesuíticas, III, 312

Essa confusão protestante também foi desmascarada no livro “Villegagnon e a França Antártica: Uma Reavaliação”, de Vasco Mariz e Lucien Provençal (saiba mais aqui).

“A verdade vos libertará”, ensinou Jesus. Porém, os protestantes insistem em sua estratégia suja de deturpar a história – como se já não bastasse a deturpação da doutrina cristã – para difamar o catolicismo. Nesse mundo, devemos reconhecer, eles obtêm razoável êxito. Suas mentiras levaram e ainda levam muitos católicos a abandonarem a Igreja, ou pior: estando dentro dela, rejeitam boa parte de seus ensinamentos e se deixam influenciar pelo veneno protestante.

Mas a verdade é de Cristo, e Cristo é a verdade. E o fato, que vale acrescentar, é que o Padre Anchieta conseguiu adiar em alguns dias a execução do tal francês, que estava apegado às suas heresias. Com sua peculiar doçura e sabedoria, ajudou o homem a abraçar a verdadeira fé. Sim, o pseudo-mártir protestante morreu católico!

Viva José de Anchieta! Viva Nosso Senhor Jesus Cristo! Viva a santa Igreja Católica!

FONTE DE PESQUISA BIBLIOGRÁFICA:

VIOTTI, Hélio Abranches, SJ. Anchieta - O Apóstolo do Brasil. Ed. Loyola, 1980, p. 125 a 134.

*****

Siga-nos no Twitter! Clique aqui.

410 Segunda, 01 Agosto 2016 14:28

Comentários   

0 # Marcos Lopez 18-06-2017 17:45
boa tarde. o problema é que a historia é contada com interesses de cada ala.

Existe um livro que por sinal consegui em um sebo, que chama-se - O santo que Anchieta matou - escrito pelo ex padre Abinal pereira Reis, falecido nos anos 90. Ele apresenta através de documentos que Anchieta e fato ajudou a matar o cidadão. Então devemos sim analisar os dois lados da moeda, e ver que nem sempre a verdade sobre fatos históricos são apresentados.
marcos lopez
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Henrique 27-09-2015 20:22
"AMHP: Agência de Manipulação Histórica Protestante" rachei cara kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Lara 03-04-2014 23:28
Ah ta. Obrigada mesmo pela paciência.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Zaine 03-04-2014 19:27
Ok. E qual a sua justificativa para o poema dos feitos de mem de sá, em que o Padre Anchieta se refere aos indios de forma estranha e tals... fale-me sobre isso por favor???
Responder | Responder com citação | Citar
0 # A Catequista 04-04-2014 16:50
Oi, Zaine! Não há nada de estranho no poema de Anchieta em homenagem a Mem de Sá. Em primeiro lugar, temos que olhar o poema tentando entender a cabeça de um homem daquele tempo, e não um padre contemporâneo. Em segundo lugar, Anchieta não se referia aos índios em geral - a quem amava profundamente e a quem entregou toda a vida - mas sim aos tamoios revoltosos. A vitória de Mem de Sá, aliás, se deveu em grande parte à colaboração de índios amigos de Anchieta, que lutaram contra a Confederação dos Tamoios. Vejamos alguns trechos do tal poema: Vês como gentes cruéis em hordas imensas preparam aos cristãos batalhas ferozes. De morte humilhante ameaçam agora a cabeça dos pobres colonos quais tigre cruéis em redor da preia lanhada sorvendo com fauces sedentas o sangue inocente. (ANCHIETA, 1958: 61) Essa raça selvagem, sem a menor lei, perpetrava crimes horrendos contra os mandados divinos... (ANCHIETA, 1958:83) Ora, quem já não leu os escritos das aventuras de Hans Staden? A descrição dos tamoios feita por Anchieta coincide com a terrível experiência que Staden teve entre eles. Vamos deixar o politicamente correto de lado - que nos obriga a dizer que é "feio" criticar as demais culturas - e nos colocar no lugar de Anchieta. Ele ficou 5 meses como refém dos tamoios. Nesse período, por várias, vezes, os viu comendo carne humana com imenso prazer (como horror, ele descreve uma criança roendo o osso de uma perna humana). Viu os índios colocando lagartas venenosas no pênis, para que esse, inflamado e inchado, pudesse impressionar melhor as índias; viu bebês recém-paridos serem enterrados vivos, por serem indesejados (um até ele tentou salvar, a muito custo conseguiu uma índia para amamentar o menino, mas ainda assim o pobrezinho morreu). Ora, qual de nós, se tivesse tido a mesma experiência, como homens e mulheres daquele tempo, não chamaríamos os membros de tal tribo de cruéis e selvagens? Hoje, possivelmente não, pois a sensibilidade geral em relação aos novos conceitos antropológicos permite um novo olhar (o que não nos leva a tolerar o canibalismo, obviamente, mas nos faz entender o seu contexto).
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Lara 03-04-2014 14:41
Gente, gostaria de entender melhor, o por quê do ato de matar o condenado à forca foi louvável. Eu até entendo, mas não conseguiria explicar direito se alguém me acusasse de "apoio a eutanásia." Eu sei que é beeeeem diferente, mas não encontro agora argumentos. Sei que isso pode soar errado, mas não estou acusando, só estou querendo entender, sou lerda mesmo.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # A Catequista 03-04-2014 14:46
Oi, Lara. Ninguém aqui disse que a condenação do tal francês à morte foi louvável. E nem São José de Anchieta tinha nada a ver com isso. Ele apenas fez o seu papel: como bom cristão, prestava auxílio espiritual aos condenados, ficando ao lado deles até na hora da morte. Anchieta não condenou o homem à morte nem tampouco foi responsável por sua execução. Ele apenas, por misericórdia, solicitou que o algoz fizesse seu serviço direito, de modo a reduzir os sofrimentos do condenado.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Gerard 03-04-2014 11:56
Catequista, No quarto parágrafo você escreveu "Não foram condenados por heresia, mas sim por crime de invasão territorial e apoio à guerra contra os portugueses.", com a frase em negrito. Destaco, aqui, "Não foram condenados por heresia". Mais abaixo, após o parágrafo dez, você cita as "Cartas Jesuíticas, III, 312". Muito bem, se você consultar essas 'Cartas', o mesmo Tomo, à página 179, você irá encontrar que "... o Tribunal, por acórdão de 12 de agosto de 1564, recebeu-o na Santa Madre Igreja, como pedia, sob condição de abjurar seus hereticos errores ..."(sic), ou seja, o tribunal inquisicional condenou Jean Jacques Le Balleur por heresia, deu-lhe a chance de renunciar suas ideias, e, finalmente, mandou executá-lo, cujo carrasco foi José de Anchieta. O acontecido com Anchieta não deslustra a obra que ele realizou em nosso país. Antes, o fato prova que como ser humano estamos todos nós sujeitos a cometer erros, e a repará-los também. Está sendo guindado à condição de "santo" por suas incontáveis boas obras praticadas em solo brasileiro, as quais foram em número muito maior que quaisquer deslizes que ele tenha cometido. É isso.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # A Catequista 03-04-2014 12:40
Gerard, Leia o nosso post de novo, com atenção. Acho que você não entendeu bem. O tal condenado convertido pela ação de Anchieta - que, conforme salientamos, NÃO ERA O TAL BOLÉS - foi preso pelos representantes do governo português, e não pela inquisição. Assim, foi preso na Guanabara, julgado e morto por incitar e fazer guerra contra Portugal. Já Bolés foi preso na Bahia, e foi julgado em um Tribunal da Inquisição por crime de heresia. Ou seja, carrasco é quem criou e espalhou essa infâmia contra São José de Anchieta. Carrasco da verdade e torturador de dados históricos.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Junior 02-04-2014 23:36
Já notaram que os inimigos da Igreja sempre jogam na nossa cara alguns fatos do passado para atacar a fé católica? Quando detonamos os seus sofismas, se armam a "metralhadora di Zizuis": aí começa aquele papo surrado de Inquisição, cruzadas, Galileu, como se os pais da "Deforma" não tivessem culpa no cartório. E o mais ridículo: dizem que igreja não importa, que placa de igreja não salva, etc, mas fazem um tremendo esforço para nos arrastar para as seitas deles. Bem, mas se para Cristo a denominação da qual faço parte é indiferente, pergunto: por que mudar de igreja? Não seria trocar seis por meia dúzia? Ainda que isso fizesse algum sentido, prefiro permanecer na minha casa mesmo, com o meu Pai (Jesus) e minha Mãe (Maria): não me sinto bem na casa de estranhos.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Christiane 04-04-2014 17:25
Há muita confusão entre os irmãos mesmo, Sidnei! Coisas da Santíssima Trindade, Mistério Inefável... Muitos se confundem também com a jaculatória da Ladainha de Nossa Senhora, "Mãe do Criador" justamente por não conseguirem assimilar o conceito do Deus uno e trino. Então, de certa forma o Junior não errou, pois Cristo também fez parte da criação do homem. "Façamos o Homem à nossa imagem e semelhança..." É meio complicado, né? Eu me confundo pra caramba. Mas eu também costumo associar o Pai a Deus Pai e não a Jesus, Deus Filho. Preciso ler o Tratado sobre a Santíssima Trindade de Sto. Hilário de Poitiers, rsrsrsrsrsrsrs Grande abraço!
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Sidnei 03-04-2014 09:28
Junior, não querendo ser indelicado, mas ficou meio estranha esta sua frase: prefiro permanecer na minha casa mesmo, com o meu Pai (Jesus) e minha Mãe (Maria). Que Maria é nossa mãe tudo bem, mas JESUS nosso PAI, acredito que não, pois nosso PAI é DEUS PAI, JESUS é NOSSO SENHOR segundo sua natureza Divina e nosso Irmão segundo sua natureza Humana. E isto que penso e acredito, não sei se esta correto, mas parece ser mais justo pensar e falar assim, se estiver errado que você ou qualquer um me corrijam.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Mayara Affonso 02-04-2014 16:50
Vivi, ótimo post como de costume. Agora, em meio a canonização de José de Anchieta, rola um boato entre os estudiosos espiritas de que foram os jesuítas que introduziram nos escravos africanos o costume de utilizar imagens católicas nos cultos africanos. Sabe se isso procede ? Tem algum fundamento em algum lugar sobre isso ? Estou perguntando por aqui, porque sei que estão pesquisando sobre o Santo e consequentemente sobre o grande trabalho de evangelização feito pelos jesuítas no Brasil. Obrigada.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Christiane Vilhena 02-04-2014 21:53
Oi, Mayara! Sem querer me meter, mas já o fazendo: O que eu já li a respeito é que os escravos africanos começaram a usar imagens de santos para enganar seus senhores cristãos, ocultando seus orixás e práticas pagãs. Mas aí o hábito pegou e o sincretismo criou raízes passando de geração em geração, mesmo após a abolição, até os dias atuais. E... "estudiosos" espíritas por si só são altamente suspeitos.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Mayara Affonso 03-04-2014 15:53
Obrigada Christiane, mas o que eles dizem que essa é a "versão oficial", e que os jesuítas é que são os verdadeiros culpados - até da morte da Odete Roitman. rsrs.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Christiane 04-04-2014 14:43
Aff, recalcados até o último fio de cabelo... E eles culpam os jesuítas também pela morte do Salomão Ayala! Pode? ;)
Responder | Responder com citação | Citar
0 # A Catequista 02-04-2014 22:31
Resposta perfeita, Chris! Os espíritas embarcaram na ondinha de difamações que acusam os jesuítas de tudo o que de ruim acontece, até da morte da Odete Roitman.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Jotacê 02-04-2014 16:10
Mais sobre a "Biquinha de Anchieta": "Durante alguns anos exerceu-se em São Vicente, junto à Biquinha, o apostolado de José de Anchieta, atingindo os litorais vizinhos. Foi mesmo nesse lugar, e nas atividades litorâneas do Apóstolo do Brasil, que se desenvolveu e fundamentou a sua fama de santidade. E é desses anos e de sua constante presença que surge a denominação popular de 'Biquinha de Anchieta', ainda hoje corrente entre o povo, com fortes razões como se vê. Reza a tradição que Anchieta teria construído o primeiro monumento rústico da Biquinha, que atravessou alguns séculos." *** Link: http://www.novomilenio.inf.br/sv/svh014.htm
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Jotacê 02-04-2014 15:59
Eu tenho a honra de residir em um chão onde José de Anchieta literalmente pisou: moro na cidade de São Vicente (litoral paulista) citada constantemente ao longo dos relatos sobre a vida do Santo, e, mais ainda, a poucos metros da "Biquinha de Anchieta", a fonte onde o nobre Jesuíta tantas vezes saciou sua sede. Na "Praça da Biquinha", onde existe há décadas a famosa (e precária) feira de doces, também há uma estátua de Anchieta, na famosa pose dele redigindo o poema à Virgem nas areais praianas. São José de Anchieta, rogai por nós (e por mim, miserável e fraco). *** Fotos: http://www.saovicente.art.br/site/images/phocagallery/thumbs/phoca_thumb_l_biquinha%20de%20anchieta%202.jpg http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6d/Biquinha_SV.jpg http://3.bp.blogspot.com/--JCDpZdS2Sw/T_3u2HocMPI/AAAAAAAAOg0/4g3QUgO2_FI/s1600/03.JPG http://static.panoramio.com/photos/large/819584.jpg
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Christiane 02-04-2014 15:55
Hoje eu respondi lá no G1 a respeito dessa acusação infame... poxa, até no pouco confiável wikipédia já fala que essa história é lorota!
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Junior 02-04-2014 14:44
É evidente que os testemunhos dos santos são provas irrefutáveis da ação do Espírito Santo na Igreja Católica. Nenhuma outra denominação pode apresentar para o mundo um "Pequeno de Assis" ou um místico como São João da Cruz. Tampouco um doutor como Santo Tomás de Aquino ou a sabedoria dos escritos de um de Hugo de São Vítor ou de um Tomás de Kempis. Não estou surpreso com os ataques ao Beato Anchieta.Afinal, Lutero não dizia: "Que mal pode causar um homem que diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja."? Os filhos não se parecem com os pais? É evidente que a descendência de Lutero não foge à regra. Sem generalizações, é claro... Pessoas boas, todas as religiões podem gerar. Mas pessoas santas, somente a Igreja Católica! Mas apesar do júbilo pela canonização do Beato Anchieta, uma coisa devemos lamentar: os jesuítas de hoje estão muito distantes, mas muito distantes mesmo do zelo espiritual de seus primeiros membros. Creio que Santo Inácio de Loyola chora no Céu pela decadência de uma ordem que, via de regra, deveria ser a "tropa de elite" da Igreja em termos de evangelização. Paz e bem.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Sidnei 02-04-2014 14:01
Vivi, só fica entre nós, mas foi por causa do meu comentário anterior que você tirou o outro post e colocou este aqui?. E onde foi parar o outro post?.
Responder | Responder com citação | Citar
0 # A Catequista 02-04-2014 14:19
Sidnei, não foi por causa do seu comentário, rsrs. É que publicamos o post sobre a canonização de Anchieta de madrugada, já contando que a canonização estava certa para hoje. De manhã, quando vimos que o evento havia sido adiado, tiramos o post comemorativo do ar e postamos esse sobre o caso Bolés, que estava planejado para amanhã. O post que era para hoje será publicado amanhã, espero! rs
Responder | Responder com citação | Citar
0 # Sidnei 03-04-2014 09:19
Obrigado, Vivi, estou mais aliviado, pensei que tinhas colocado este post em resposta ao meu comentário. Estou mais tranquilo agora.
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

Publicidade
Publicidade