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Quinta, 09 Março 2017 20:06

Peixe em dia de abstinência é sussa

Postado por

Graças ao Sangue precioso que Jesus Cristo derramou na cruz, fomos redimidos da culpa original, e podemos ter esperança de salvação. Para fazer memória desse fato central da nossa vida, e para nos ajudar a dominar nossos instintos, a Igreja ordena que deixemos de comer carne nas seguintes ocasiões:

  • Quarta-feira de Cinzas (obrigatório);
  • Sexta-feira Santa da Paixão (obrigatório);
  • Todas as sextas-feiras da Quaresma (recomendável);
  • Todas as sextas-feiras do ano (obrigatório – mas, no Brasil, há um “porém”*).

Quem, de livre vontade e livre consciência, não respeitar a abstinência obrigatória, peca gravemente. Deve se arrepender e se confessar.

Segundo o Código de Direito Canônico, a abstinência obrigatória vale para todos os maiores de 14 anos. Não pode comer carne vermelha nem carne de aves. Peixe e outros frutos do mar, tá sussa.

UÉ, MAS PEIXE NÃO E CARNE?

Sim e não. Dentro do nosso conceito atual, peixe é carne, assim como os demais frutos do mar. Porém, segundo a norma de alimentos Kasher, que obedece à lei judaica, peixe não é carne, é “parve”.

O cristianismo, certamente, herdou do judaísmo essa tradição cultural que não classifica peixe como carne. Peixes são animais pecilotérmicos, ou seja, de “sangue frio” (para ser mais preciso, seu sangue varia conforme a temperatura ambiente). Cobras, lagartos e rãs também são pecilotérmicos – taí a dica de um prato exótico para os dias de abstinência! Como diria o chinês, vai um espetinho saboloso de cobla, aí? Hummmm...

Por sua vez, os animais de carne vermelha e as aves são homeotérmicos. Ou seja, o sangue deles é quente, assim como o sangue que Nosso Senhor derramou na cruz. Peixes também, em geral, não morrem derramado sangue, como Jesus. Além disso, o peixe sacia menos do que a carne vermelha ou de aves, pois é menos calórico.

Como já dissemos, peixe e outros frutos do mar, pode comer. Mas tem que ser peixe barato, ok? Camarão, só se for uma empadinha só, e olhe lá! Se a ideia da abstinência é nos levar a fazer penitência (pois a carne, em geral, é um prato nobre), é muita cara-de-pau a galera cheia da bufunfa ir no rodízio de japa, ou cair de boca na lagosta, no salmão e no caviar em plena Sexta-feira da Paixão! 

*SOBRE A ABSTINÊNCIA EM TODAS AS SEXTAS DO ANO

No Brasil, a CNBB a permite que os católicos substituam a abstinência de carne para todas as sextas-feiras do ano por alguma outra penitência, como obras de caridade ou práticas de piedade. Então, atenção: você pode até decidir comer carne, mas deve fazer penitência nesses dias.

O mesmo vale para quem já não come carne mesmo – porque é vegetariano ou porque é mais duro do que o Seu Madruga. É preciso adotar outro tipo de penitência.

*****

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21590 Sexta, 10 Março 2017 14:37

Comentários   

0 # Ma 18-04-2017 19:48
Olá catequistas! Por favor, me ajudem com uma questão...
No texto está escrito:
"Quem, de livre vontade e livre consciência, não respeitar a abstinência obrigatória, peca gravemente. Deve se arrepender e se confessar."

Tenho pensado muito a respeito de pecados mortais em geral, e gostaria de entender o seguinte: se uma pessoa não obedece esta norma, livre e conscientemente, ela cometeu um pecado mortal? Isso quer dizer que se ela não se arrepender, isso a leva ao inferno?
Eu não consigo entender como essa não observância (que na minha ignorância seria um pecado venial) seja na verdade mortal, e, portanto, leve uma pessoa a se perder pra sempre (caso não se arrependa).
Por favor, me respondam?
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0 # Felipe 04-09-2017 02:19
O Pecado Mortal exige 3 condições: materia grave, ciência da gravidade do pecado e cometer de livre e espontânea vontade. Quem deixa de fazer penitencia por não saber de sua obrigatoriedade, ou comete pecado venial, ou dependendo do caso, nem comete pecado, uma vez que não sabia.
O pecado mortal precisa do pleno consentimento do homem, por isso ele nos leva ao inferno, pois trata-se de um pecado que cometemos no qual, sabemos de sua gravidade, mas mesmo assim, fazemos, de livre e espontânea vontade, consentindo com o erro.
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0 # BrunoS 14-04-2017 21:01
No domingo de Pascoa, pode comer carne ou não?
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0 # A Catequista 17-04-2017 13:25
Sim, pode.
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0 # Rodrigo Policeno 18-03-2017 10:17
E para quem não come peixe e nem frutos do mar, como faz?
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0 # VIVIANE 19-03-2017 23:44
Ovo é uma boa opção, pra quem gosta.
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0 # A Catequista 18-03-2017 13:23
Não come nenhum tipo de alimento de origem animal, ué. Simples assim.
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0 # Julio Bacelar 10-03-2017 23:34
Boa noite pessoal.
E a respeito dessa galera católica que é vegetariana?
Não seria, por exemplo, um exagero? Um espécie de escrúpulo, uma vez que o próprio Cristo também comia peixes e devia comer carne?
Tá certo que uma planta não sangra como um animal, mas ela é tão viva quanto um.
Se reproduz, se alimenta. . .
Será que falta um pouco de discernimento?
Dá pra entender isso aos olhos da Igreja?

Desculpem se estou julgando alguém aqui
A Paz !
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+3 # Naila Anjos 11-03-2017 03:25
Vou responder com o trecho de um Post daqui d'O Catequista mesmo, o bacon nosso de cada dia (veja o Post completo nesse link: http://ocatequista.com.br/blog/item/3743-o-bacon-nosso-de-cada-dia )
"Então, atenção: nem a Bíblia, nem a Tradição da Igreja e nem a vida dos santos oferecem qualquer base para que católicos creiam que matar animais para comer é maldade. Quem pensa assim, geralmente, se deixou influenciar pelo hinduísmo, pelo espiritismo ou por filosofias toscas da Nova Era.

Por outro lado, é perfeitamente legítimo que um católico se abstenha definitivamente da ingestão de carne porque:

não gosta do sabor;
acha que isso é melhor para a sua saúde;
deseja praticar o ascetismo, ou seja, desenvolver suas virtudes cristãs por meio do sacrifício (como é o caso de São João Crisóstomo)."
Espero ter ajudado. Paz e bem!
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+1 # Julio Bacelar 16-03-2017 17:29
Muito obrigado Naila.
Já esclareceu bastante.
De fato, por maldade não tem fundamento mesmo.
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0 # Juliana P. 10-03-2017 15:33
Olá! Gostaria de saber se é lícito para nós, brasileiros, trocarmos a abstinência de carne por outro alimento. A informação que tenho é que sim, segundo transcrevo abaixo:
"Cân. 1251 Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira da paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo."
"Com referência ao cânon 1251, a CNBB afirma que o fiel católico brasileiro pode substituir a abstinência de carne por uma obra de caridade, um ato de piedade ou comutar a carne por um outro alimento. "
Essas informações foram retiradas do site do Padre Paulo Ricardo, no seguinte endereço eletrônico: https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-e-o-ensinamento-da-igreja-em-relacao-a-jejuar-e-abster-se-de-carne

Obrigada e um abraço!
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0 # Vítor 06-04-2017 20:06
Pode sim. É exatamente como você disse. Os comentários que você postou estão corretos.
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+2 # Isolda 10-03-2017 15:09
Todas as sextas-feiras da Quaresma (recomendável);
Todas as sextas-feiras do ano. (obrigatório – mas, no Brasil, há um “porém”*).
Realmente é confuso.

Entendi essa parte "mas, no Brasil, há um "porém"".
É que infelizmente nesse país para tudo, exatamente tudo tem sempre aquele "jeitinho brasileiro".
No meu ponto de vista abstinência é abstinência e não tem "porém".
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+1 # Adriana 10-03-2017 17:13
O "porém" foi instituído pela CNBB, a qual não é referência para nenhum bom católico.
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0 # Vítor 06-04-2017 18:04
É o próprio Código de Direito Canônico que permite (cânones 1.251 e 1.253) às Conferências Episcopais regulamentar a abstinência de carne nas sextas-feiras. Ou seja, foi o Papa que promulgou o Código (São João Paulo II, em 1983), que é o legislador supremo, quem conferiu esta faculdade às Conferências. Antes do Código de 1983, em 1966, Paulo VI já havia conferido essa faculdade às Conferências, pela Constituição Apostólica "Paenitemini" sobre o jejum e a abstinência (Capítulo III, C, n. VI, 1, B).
Não é invenção da CNBB, é invenção dos próprios Papas que quiseram dar esse poder às Conferências Episcopais. E não é só aqui. Cito dois exemplos: as Conferências Episcopais dos EUA e da Itália também permitem que, nas sextas-feiras do ano, a abstinência de carne seja trocada por outra prática de caridade ou piedade.
Não se confundam atos indevidos de membros da CNBB com a instituição em si e com as faculdades que recebeu legitimamente.
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+7 # André 10-03-2017 15:01
É "parve" ou pra comê?
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+2 # A Catequista 10-03-2017 15:33
Os dois! É parve e é pra comê, rs
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0 # Héctor 10-03-2017 14:23
Olá!
A questão de substituir a carne vermelha pelo peixe tem relação com a questão da carne vermelha saciar mais do que o peixe? Assim, você comeria o peixe e após a refeição, ainda sim não estaria totalmente saciado...
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+2 # A Catequista 10-03-2017 14:25
Sim! Tem relação. Vamos até adicionar essa informação ao nosso texto.
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+3 # Camila 10-03-2017 13:45
Oi, ficou um pouco confuso pra mim a parte que diz:
"- Todas as sextas-feiras da Quaresma (recomendável);
- Todas as sextas-feiras do ano (obrigatório – mas, no Brasil, há um “porém”*)."

Fiquei me perguntando: por que na Quaresma é "recomendável" e no resto do ano é "obrigatório"? Não deveria ser o contrário, pelo significado que a quaresma traz? Gostaria de ter esse esclarecimento porque até então estava fazendo errado haha. Obrigada desde já!
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0 # Lucas 11-03-2017 13:33
Camila, antigamente existia a obrigatoriedade de que em todas as sextas-feiras do ano se fizesse a abstinência, mas em aguns lugares, devido a realidades pastorais, se permitiu substituir isso por outra penitência (o Brasil é um desses lugares).

No entanto, dentre esses lugares nos quais não há mais obrigatoriedade da abstinência na sexta, existe ainda a recomendação de que essa abstinência seja feita ao menos nas sextas da quaresma.

Pelo menos creio que esse seja o significado dessa parte.
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+2 # Humberto Almeida 10-03-2017 18:25
Olá. Realmente ficou confuso....
Capaz que eles pensaram em "Jejum recomendável"

Vamos aguardar as considerações!
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+1 # Rafael 10-03-2017 14:47
Acho que é porque o Código de Direito Canônico, dos cânones 1249 ao 1253, impõe que exista jejum de carne todas as sextas-feiras, mas não determina explicitamente regras sobre a quaresma, que me parece fazer parte de nossa tradição.
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0 # Fernanda 10-03-2017 13:32
Bom dia!
Sou vegetariana e sempre tive dúvidas de como aplicar a abstinência para a minha realidade, principalmente na quarta de cinzas e sexta feira santa. Eu posso me abster de qualquer coisa que escolher, ou o objetivo é fazer refeições mais austeras? Em resumo, minha dúvida é se a abstinência deve ser especificamente alimentícia.
Obrigada ;)
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+3 # Diego Damasceno 10-03-2017 13:46
Olá Fernanda!
A paz!
Você pode tirar uma refeição, doar o valor desta refeição para os mais necessitados, pois além de ser um ato de caridade é também uma obra de misericórdia.
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+2 # Antônio 10-03-2017 13:31
Dei boas gargalhadas agora, só ler que:A CNBB permite kkkkkkk. Gente a CNBB não tem legitimidade do Vaticano para permitir NADA, essa CNBB é apenas um grupinho dá Luluzinha para reunir bispos que arquitetam dia e noite uma forma de puxar o tapete do santo Papa. Espere e confie
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+1 # Filipi 10-03-2017 16:22
Até concordo que a CNBB é meio zuada; entretanto, até que o Vaticano se pronuncie, preciso continuar obedecendo.
Se não me engano, o CDC deixa claro que a abstinência nas sextas pode sim ser alterada por outras penitências, de acordo com a conferência de bispos de cada país, certo?

Obs: esse blog é demais hahaha
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0 # Lucas 10-03-2017 16:15
Na verdade, quando se analisa o Código de Direito Canônico e outros documentos oficiais, vários pontos ficam a critério, ou podem ser modificados, pelas conferências episcopais de cada região/país. No caso específico, diz'se no cânon 1251: "Guarde-se a abstinência de carne ou de outro alimento segundo
as determinações da Conferência episcopal, todas as sextas-feiras do ano", e no 1253:"A Conferência episcopal pode determinar mais pormenorizadamente a observância do jejum e da abstinência, e bem assim substituir outras formas de penitência, sobretudo obras de caridade e exercícios de piedade, no todo ou em parte, pela abstinência ou jejum."
Não estou defendendo especialmente a CNBB, simplesmente dizendo que sim, eles têm legitimidade do Vaticano para emitir esse tipo de decisão.
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0 # A Catequista 10-03-2017 17:19
Agradeço seu comentário, Lucas! É isso mesmo. Pelo CdC, está claro que a CNBB tem legitimidade para emitir esse tipo de decisão.
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+2 # Letícia 10-03-2017 13:44
Até que enfim alguém com coragem de desmascarar a cnbb. Depois que fizeram humilhado Nossa Senhora, uma grande campanha se inicia para expulsar esses heréticos
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+1 # Wilkison Mendes 10-03-2017 16:14
Só tenho a dizer que esses comentários elucidam uma tremenda falta de conhecimento da hierarquia da Igreja, uma preocupante falta de comunhão. Tem uns cristãos de hoje que me deixam assustado.
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0 # Beth L 10-03-2017 13:14
Olá, Bom dia!!
Minha avó dizia que, além dessa perfeita explicação a respeito do sangue, peixe "sustenta menos". Então, pode comer pouco peixe, não até ficar "estufado", saciado demais..... e deixar sobrar uma fominha como penitência e ter força para trabalhar.
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0 # A Catequista 10-03-2017 13:27
Sua avó falou certíssimo.
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0 # Rinaldo Alves Bolina 10-03-2017 12:26
Olá, gostaria que ficasse bem claro que, se não sou o maior admirador deste apostolado com certeza estou na primeira fila! Preciso de ajuda para esclarecer um amigo e tirar alguns grilos que ele colocou em minha cabeça quando ele leu este post e comparou às proibições alimentares dos judeus e dos ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA. Se possível me respondam, confesso que fiquei gripado, peço não só por mim, isso pode estar acontecendo com muita gente por aí. Deus ilumine vocês e suas familias!
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0 # A Catequista 10-03-2017 13:26
Oi, Rinaldo!
Não sei entendi bem a sua dúvida. Vou tentar responder, e me diga se é isso que vc quer saber.

Bem, na comunidade primitiva, muitas práticas judaizantes que haviam se tornado obsoletas na Nova Aliança foram abolidas (como a proibição de comer carne de porco ou camarão, e a circuncisão, por exemplo). Entretanto, os cristãos acolheram e deram continuidade - de forma adaptada à Nova Aliança - a muitas tradições judaicas, como o jejum. Afinal, Cristo não veio para negar o judaísmo (Ele era judeu!), mas sim para levá-lo à sua perfeição e plenitude.
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0 # Rinaldo Alves Bolina 10-03-2017 15:40
Sim este é o ponto que me faltava saber de fonte segura, a igreja adaptou antigos costumes à nova realidade e nossa abstinência é um sacrifício em honra à Cristo e nada tem a ver com os alimentos em si, sua qualidade ou pureza. O meu amigo é protestante e não entende que as atitudes da igreja não precisam estar explícitas na bíblia, o engraçado é que ele nunca conseguiu me mostrar explicitamente coisas como a fundação de sua igreja o mandato e a autoridade do seu fundador para fazê lo. Os protestantes tornaram a bíblia um livro de leis específico para o combate e a condenação do catolicismo ou seja São intrometidos que penetram em uma casa e caluniando jogam a FILHA CONTRA A MÃE. sanei minhas dúvidas e sinceramente estou lisonjeado por ter sido você quem respondeu, agradeço também ao Klederson. Eu e minha família somos fãs de você e do seu marido, oro muito pelo casal e filhos, força, fé, saúde, paz, luz e DEUS, DEUS, DEUS EM SUAS VIDAS!
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+2 # Klederson 10-03-2017 12:46
Os adventistas não comem certos tipos de alimentos por o considerarem impuros. Não há contrapartidas... Ou seja... Estão privados de comer por exemplo presunto, mas nada o impede de substituir por mussarela de búfala, peito de peru que são mais caros e nobres... É tipo Superman na Kripyonita. Se tocar morre...

Nós católicos o fazemos por penitencia, quer seja para reparação dos ultrajes contra Nosso Senhor Jesus Cristo, ou quer seja a mortificação do corpo e fortalecimento da alma. Para nós há uma contrapartida, como bem colocou o catequista... Não se pode substituir a carne por algo mais nobre...
Se você fizer uma penitência quaresmal de não tomar refrigerante, e substitui-lo por exemplo por suco ou cerveja, a penitência estará pela metade. Neste exemplo o ideal seria, guardar o dinheiro que seria gasto com o refrigerante e doá-lo aos pobres.

A chave para diferenciar é impureza x penitencia.
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0 # Rinaldo Alves Bolina 10-03-2017 14:11
Klederson obrigado pela resposta e desculpe a minha ignorância mas oque ele (o meu amigo) disse é que as mesmas passagens bíblicas que usamos para não seguirmos aqueles fazem tais proibições se aplicam também igreja católica por esta também o consumo de certos alimentos ainda que somente em datas especificas. Se puderem esclarecer sob essa ótica eu agradeço. Saúde e Paz!
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0 # A Catequista 10-03-2017 15:40
Rinaldo, seu amigo está forçando a barra e usando de falácias.
O argumento dele é inválido, porque a proibição de comer este ou aquele alimento nos dias de abstinência prescritos pela Igreja não se baseia, de forma nenhuma, nos argumentos da lei judaizante, que classifica determinados alimentos como impuros.
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0 # A Catequista 10-03-2017 14:06
Klederson,
Obrigada pela ajuda na resposta!
De fato, eu não citei a questão dos adventistas. Eles, sim, são hereges judaizantes - aliás, como o são todos os protestantes, uns mais, outros menos.

É isso mesmo! Não consideramos, como os judeus, que esses alimentos são impuros.
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0 # João Pedro Strabelli 09-03-2017 23:04
Sei que não é o tema deste post, mas para quem estiver a fim de se aprofundar mais no ramo da penitência, existe também a Quaresma de São Miguel Arcanjo, no segundo semestre e muito do agrado São Francisco de Assis. Tá, não bate a Quaresma de Cristo, mas também é ótima. Fiz e recomendo, é muito boa mesmo.

Segui a indicação que vi nela (acho que era do padre Paulo Ricardo e estava no site da Aleteia, mais que isso eu não lembro): fazer uma pequena penitência todos os dias. Pequena, mas de coração. No meu caso (nada exemplar), decidi que ia ficar sem chocolate quando desse, já que tem um monte de aniversárias na família e não ia ser eu o chato a atrapalhar e facebook nenhum dia. Whatsapp só da família, da catequese e do serviço. O resultado foi ótimo. De verdade. Senti que essa minha Quaresma agora está melhor e devo muito à outra.
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0 # Anonima 09-03-2017 21:50
Catequistas, queria fazer uma pergunta nada a ver com o post, mas importante: um casal de noivos/namorados que viajam juntos estão pecando? Ficando em quartos diferentes do hotel, se são pessoas que se conhecem e sabem que não vao pecar, há algum mal nisso? Já vi vários bons casais católicos viajando juntos e não tenho razões para crer que eles tenham feito algo errado...
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+2 # A Catequista 10-03-2017 13:54
Nessas condições estritas que vc citou, a princípio, não peca.
Porém, é preciso DISCRIÇÃO, para evitar gerar escândalo e dar mal exemplo. Ao passar a ideia de que é normal um casal de namorados viajar sozinho, poderá acabar estimulando outros casais, muito menos maduros espiritualmente, a tomar a mesma atitude e, assim, cair em tentação e pecar contra a castidade.

Fico besta com a falta de noção de casais de namorados católicos que, ao viajar sozinhos, postam suas fotos de viagem nas redes sociais. O primeiro pensamento de todos é: "Estão transando e nem disfarçam!". As pessoas estão julgando temerariamente? Sim, estão. Mas, convenhamos, estão sendo estimuladas a isso.

Aliás, o último casal de namorados católicos que eu vi fazer isso - viajar sozinhos e postar a foto nas redes sociais - acabou foi arrumando um lindo bebê, nove meses depois.
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0 # Anonima 11-03-2017 03:53
Mas e quem namora a distância e recebe visita do namorado (a)? Não deve postar foto nunca? Apesar que nesses casos muitas vezes a pessoa fica na casa dos pais...
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