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Sábado, 18 Junho 2016 13:00

Papa manda uma bomba: a maioria dos casamentos católicos é NULA

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nulo_destaque

Em 2012 (veja aqui), nós de O Catequista já havíamos cantado essa bola: por culpa do relativismo religioso dos noivos e da negligência dos agentes das pastorais do casamento (padres ou leigos), grande parte dos casamentos celebrados atualmente em nossas igrejas não passa de uma triste encenação. Agora, o Papa Francisco confirmou essa nossa análise, dizendo:

“Estamos também vivendo em uma cultura do provisório. (...) E por isso a grande maioria dos nossos matrimônios sacramentais são nulos, porque eles [os casais] dizem: ‘sim, por toda a vida', mas não sabem o que dizem, porque têm uma outra cultura. Eles dizem, e têm boa vontade, mas não possuem a consciência.”

- Discurso na Abertura do Congresso Eclesial de Roma. 16/06/2016

O rebuliço foi tão grande entre os teólogos e analistas católicos que o Vaticano achou mais prudente publicar a fala do Papa com uma versão menos pessimista, digamos assim. Na transcrição oficial publicada pelo site do Vaticano, a expressão “a grande maioria de nossos matrimônios” foi trocada por “uma parte de nossos matrimônios”.

Na operação “abafa”, as mídias oficiais do Vaticano deram chá de sumiço nos vídeos e áudios dessa declaração bafônica. Mas nós de O Catequista usamos nossa pá de ouro e desenterramos esse vídeo:

Vamos dar às coisas o seu devido peso: o Papa respondeu de improviso a uma pergunta. E ao falar de improviso, qualquer pessoa – até mesmo o bispo de Roma – corre o risco de não se expressar do modo mais preciso. Daí a posterior revisão de sua fala, que sofreu uma relevante alteração, provavelmente a pedido do próprio pontífice.

substituir

Ok... Falando em relação à Igreja no mundo inteiro, talvez não seja exato dizer que a grande maioria dos casamentos é nula. E, também, isso pode acabar confundindo e desanimando as pessoas que estão lutando para levar adiante um casamento válido, mas difícil; elas podem pensar: "Ah, meu casamento provavelmente é nulo, então para que vou gastar minhas forças tentando mantê-lo?". Por isso, a transcrição da fala do Papa foi sabiamente editada. Mas é inegável que essa impressão – não um dado matemático, mas uma IMPRESSÃO – de que a grande maioria dos casamentos sacramentais é nula está gravada na mente do Papa.

E, falando de nossas vivências... o que vemos ao nosso redor acaso está muito distante da primeira fala bombástica do Papa? Quantos de nossos amigos e parentes que se casam na Igreja estão minimamente conscientes dos elementos essenciais de um matrimônio católico (como o dever de estar a abertos à vinda de filhos e a intenção de educá-los na fé católica, por exemplo)? Quantos estão muito mais preocupados com os detalhes mundanos do evento do que com sua dimensão sacramental?

UM CAMINHO PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA

O Papa contou que uma senhora em Buenos Aires o repreendeu certa vez, dizendo:

"Vocês padres são espertos, porque para se tornarem sacerdotes estudam oito anos, e depois, se as coisas não dão certo e o padre encontra uma garota que ele gosta... no fim das contas pede permissão para se casar e ter uma família. E nós leigos, nós que devemos fazer o sacramento indissolúvel para toda a vida, nos participar quatro reuniões, e isso por toda a minha vida! ".

Quatro reuniões, ou até menos! E não é raro que tais reuniões sejam conduzidas por gente despreparada, que prega o contrário do que ensina a doutrina da Igreja.

O Papa concluiu:

"A preparação para o casamento precisa ser feita com a proximidade, sem ansiedade, lentamente. É um caminho de conversão, muitas vezes. Há meninos e meninas que têm um grau de pureza, um grande amor e sabem o que fazem. Mas eles são poucos. A cultura de hoje apresenta-nos esses jovens, eles são bons, e devemos nos aproximar e acompanhá-los, acompanhá-los, até que o tempo de maturidade. E então, que eles recebam o sacramento, mas alegres, alegres! É preciso muita paciência, muita paciência. É a mesma paciência que possui a pastoral das vocações."

Essas palavras são mais do que bem-vindas! Que elas possam sacudir todos os envolvidos com a pastoral do casamento, para que não mais permitam que os nossos templos sejam palco para a simulação de uniões sabidamente inválidas.

noivos

*****

Para quem quer saber mais sobre as questões de validade matrimonial e causas de reconhecimento de nulidade, clique aqui e ouça uma aula dada pelo professor Carlos Ramalhete.

2754 Quarta, 21 Dezembro 2016 20:20

Comentários   

0 # adjanira Guedes Rezende 26-10-2016 00:58
Olha então eu estou entre estes casamentos que se diz nulo..casei por casar mesmo..nem sei pq ..casei com vinte e um anos mas hj tenho Trinta e um anos de casada..pela misericórdia de Deus deu certo..quem sou eu para ir. Contra o papa .. mas Jesus deve ter selado o sacramento.amem
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0 # Padre Orlando Henriques 26-10-2016 13:52
Bem, se "deu certo", mesmo que tenham casado "por casar" e "sem saber porquê", sigam em frente, procurando ser sinal do amor de Cristo pela Sua Igreja. Este assunto do matrimónio, e de quando é que é válido ou não, é mesmo muito complexo (basta pensar no casos em que se faz sanação, ou no caso de neófitos que já eram casados aquando o seu Baptismo), não se pode afirmar que o seu casamento seja inválido assim tão de ânimo leve. Isto partindo do pressuposto de que estamos a falar de um casamento católico, claro.
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-2 # Mário 27-06-2016 14:00
É bom lembrar que a igreja não anula casamento, como muitos pensam. Marido e mulher por um motivo ou outro faz com que o matrimônio nunca tenha ocorrido, daí tornar-se nulo. Entendo que o que o nosso querido Francisco quer nos dizer é que as pessoas simplesmente vivem um casamento e não um matrimônio, que é algo divino, em que os dois, marido e mulher têm que viver em toda sua plenitude esse sacramento. Em assim vivendo, aí sim, pode-se dizer ser um casal cristão, que estariam honrando as promessas do altar: ... na saúde e na doença... na alegria e na tristeza... dessa forma, o espirito santo de Deus adentra no mais íntimo do ser de cada um.
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0 # JB 29-06-2016 10:07
Caro Márcio: Não faz sentido dizer que alguns católicos vivem um casamento mas não um matrimônio. Para quem é católico, o único casamento admissível é o matrimônio sacramental.
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0 # Simone 30-06-2016 17:38
Estou de acordo com JB. Imagine que depois de 2000 anos o Papa declarar que a grande maioria (não uma parte) dos casamentos sacramentais são nulos! Então a maioria dos casais não sabem que seu casamento é nulo, estão cohabitando sem ter esta consciência! É por isto a família está em crise. Quantos casais infelizes. Nenhum dos Papas nunca tiveram esta iluminação! Sem contar que os casais que vivem juntos sem o sacramento, é lícito que vivam em adultério sem contar que a morte pode surpreender um dos dois no caminho e aí? Os absurdos já são tantos que não precisa nem do Lombardi para tentar amenizar a situação os católicos já estão se acostumando com isto.
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0 # João Pedro Strabelli 26-06-2016 14:02
Só uma observação: quando o papa disse que um monte de casamentos são nulos isso não quer dizer que o casal deva necessariamente ir buscar um tribunal eclesiástico para declarar esta nulidade e cada um seguir seu rumo longe do outro. Muitos desses casais, mesmo não tendo consciência exata do que é necessário para o casamento, continuam tentando viver juntos. Então, nada impede que um casamento que começou assim não possa mudar o suficiente para ser um casamento realmente cristão. Não que todos consigam, claro, mas vivendo a gente acaba conhecendo casais que começaram todo torto e acabaram tomando um rumo na vida.
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0 # JB 27-06-2016 12:51
Desculpem, mas acho que vocês não sabem do que estão falando. "Um casamento que começou assim"? Assim como? Nulo? Um "casamento" nulo é precisamente um casamento que nunca começou. Se um casamento é comprovadamente nulo, ele deve ser rompido imediatamente pois está privado das graças do sacramento matrimonial. Quem sabe que seu casamento é nulo mas continua praticando os atos próprios do matrimônio comete grave pecado. Se alguém honestamente suspeita que seu casamento seja nulo, ela deve procurar assim que possível um especialista em direito canonico para não continuar vivendo um farsa.
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0 # João Pedro Strabelli 28-06-2016 22:08
Só complementando: obviamente que existe o casos em que é melhor procurar a declaração de nulidade. Mas, da mesma forma que o papa aconselhou sabiamente que se um casal vive juntos e não se casou é melhor não ter pressa de enviar os dois para o altar mas esperar que a fidelidade se estabeleça; também é prudente esperar um pouco na situação inversa.
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0 # JB 29-06-2016 09:52
Caro João Pedro: Acho que você não percebeu a gravidade da sua proposta. Um homem e mulher que vivem maritalmente sem estarem casados sacramentalmente cometem pecado mortal. Um homem e uma mulher que vivem juntos há vários anos e tomam agora consciência da irregularidade sua situação devem abster-se dos atos próprios do matrimônio (ou seja, devem dormir separados) e regularizar sua situação o quanto antes. Qualquer que seja a intenção do Papa Francisco em seus comentários, é isso que a Igreja sempre ensinou e nem o Papa pode mudar.
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0 # alessandra yosh 10-09-2017 03:30
...pelo que vejo tu queres mandar mais que o Papa... quem dirá mais que Deus. E já que gostas de Coisas determinadas Jesus disse: Pedro sobre essa pedra edificarei minha igreja, etc etc...e o que ligares na terra será ligado no céu e o que desligares na terra será desligado no céu...

O Papa está finalmente enfrentando as questões que precisam ser enfrentadas...há muitos casais que precisam que a igreja se debruce sobre suas realidades, como por exemplo de uma segunda união. Há pessoas que não deram causa ao fim do seu matrimônio o Papa está sensível a isso.

O MUNDO NÃO GIRA EM TORNO SÓ DA TUA VERDADE OU DO QUE TU PENSA. E O PAPA PODE SIM REVER ALGUMAS QUESTÕES. Penso que Jesus Cristo não veio só pra ti JB do passinho certo. ele veio principalmente para os pecadores, o que te inclui e a mim também. As pessoas querem sentirem se incluídas, amadas;que droga essa coisa de ficar só olhando pra regra cega e não olhar para o mandamento maior: AMA O PRÓXIMO COMO A TI MESMO. PRONTO FALEI.
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-1 # Sidnei 12-09-2017 11:40
Pergunta que não quer calar, quais seriam estas regras cegas que se contra põe ao mandamento maior: "AMA O PRÓXIMO COMO A TI MESMO"
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0 # João Pedro Strabelli 28-06-2016 21:57
Oi, JB Nem todo mundo tem consciência exata do que é o casamento. Vamos supor que se casem do jeito que se casam hoje, torcendo para dar certo mas sem uma consciência mais profunda do que seja um relacionamento a dois. Na cabeça deles acham que estão prontos. Estão apaixonados, marcam a data e se casam. Depois do casamento descobrem que não era aquela vida só de maravilhas que imaginaram. A frustração desse não-paraíso afeta bastante os dois. Dão um monte de cabeçada e fazem um monte de besteiras, indo daí de brigas a traições. Depois de uma grande quebrada de cara, passada a raiva que causa isso, um olha para o outro e descobre que, com defeitos e dificuldades, são um casal que descobre que pode dar certo. Abaixam a cabeça, pedem-se desculpas e voltam, desta vez tentando seriamente viver juntos. E conseguem. Foi mais ou menos neste sentido que falei e não é um simples exemplo, aconteceu de verdade e com mais de um casal. Só não entro em detalhes porque não acho legal falar de outras pessoas. Mas é um caso real. Pelos primeiros resultados, no dia em que casaram não tinham a menor noção do que estavam fazendo. Hoje tem. Se tivessem corrido atrás de anular o casamento, estariam na estranha situação de pedir a declaração de nulidade do casamento para depois refazer o mesmo casamento.
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0 # JB 29-06-2016 09:45
Caro João Pedro, Não ter "consciência exata do que é o casamento" não é motivo de nulidade. Essas pessoas que você descreve provavelmente nunca conseguiriam provar que seu casamento foi inválido. Logo, os casos que você descreve, ainda que sejam casamentos problemáticos, são casamentos perfeitamente válidos. As causas de invalidade geralmente estão relacionadas a uma mentira, como o sujeito que já casa tendo uma amante (se a amante surgir depois do casamento, não há invalidade) ou o cara que mente que nunca foi casado ou a moça que diz que mentiu no altar por pressão da família etc. Para que fique clara a gravidade da afirmação do Santo Padre, repito: Um casamento nulo não é um casamento infeliz ou problemático. Um casamento nulo é um pseudo-casamento, um não-casamento, mesmo que seja feliz. Como todos os casamentos têm que se dar na forma canônica, uma vasta maioria de casamentos nulos significa o fracasso completo da missão pastoral da Igreja.
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0 # A Catequista 26-06-2016 15:10
É verdade! Ótima observação.
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0 # Simone 24-06-2016 14:47
Parabenizo O Catequista pelo belo trabalho que tem prestado em formar e informar os católicos, mas a para saber realmente o que o Papa Francisco quis dizer é só ler cuidadosamente e com atenção Amoris Laetitia e depois confrontar com Familiaris Consortio. Se ele realmente tivesse confundido uma parte com a grande maioria, logo teria se dado conta do equívoco e corrigido, mas não foi o que aconteceu. Sem contar que todos os seus pronunciamentos geram polêmica. Já são 3 anos de pontificado e os católicos têm que ficar corrigindo e justificando as palavras do Papa. Acho que há algo errado com a fumacinha branca do Vaticano.
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0 # Stephanie 23-06-2016 11:55
Toda a vida o que mais ví são pessoas casando na igreja por convenção social, sem pensar no significado do sacramento. A questão é q 80% dos que se dizem católicos não o são. Não conhecem a doutrina, não conhecem o catecismo,na melhor das hipóteses são simpatizantes, mas não tem o compromisso interior com a Igreja. A questão é: Quando os padres vão ter o pulso firme de dizer a estas pessoas q elas não reúnem condições para receber o sacramento? Quand os dirigentes de pastorais e orientadores farão o mesmo?
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0 # Ceci 21-06-2016 18:24
Aqui, ainda bem, presencio casamentos de pessoas cientes a respeito do matrimônio. Mas muitos também que eu nem sabia serem inválidos. É um tal de "se não der certo, o divórcio tá aí". Ai, ai... Padre Orlando Henriques, muito esclarecedores os seus comentário, muito obrigada!
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0 # Hermeto Nelson Spohr 21-06-2016 01:28
Mesmo o Sacerdote casando, não deixa de ser Sacerdote segundo Melquisedec e terá de prestar contas no Céu, diante o Senhor e o Homem e mulher se deixarem um ao outro e seguir caminhos diferente serão adúlteros e também terão de prestar contas no Céu perante o Senhor!!
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0 # João Pedro Strabelli 20-06-2016 19:19
E onde é que o Papa errou? Uma enormidade de casamentos realmente é inválida e isso não é de hoje. E quando disse para não apressar a “regularização” de quem já vive junto, mas esperar que a fidelidade se estabeleça, acertou mais ainda. Não adianta ter pressa de resolver um problema, casar e haver separação depois. Se não tiverem maturidade para viver juntos, é melhor esperar. Não vivemos num mundo perfeito, há muitas coisas a ser acertadas mas, coisas mal acertadas são piores. Jesus Cristo, quando estabeleceu a Igreja e a deixou em nossas mãos, o mundo era uma bandalheira semelhante à de hoje e foi aos poucos e com prudência que a Igreja evoluiu. Imaginar que os apóstolos converteram todo mundo ou a maioria das pessoas é só imaginação mesmo. Converteram algumas pessoas que converteram outras que converteram outras… Só para lembrar, Roma era oficialmente católica quando Átila decidiu baixar o porrete por lá e São Leão Magno foi bater um papo e impedir o massacre. Conseguiu e pediu que o povo tomasse jeito senão viriam outros. O povo tomou jeito? Não. Nem o maior império católico do mundo era muito católico. Precisamos de duas coisas: paciência e perseverança (três, se contar a fé). E clareza. Gostando ou não, já que tem gente que não gostou, o papa não falou nada mais do que a verdade. É isso que está acontecendo. Então, é isso que devemos enfrentar.
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+1 # gui 20-06-2016 18:35
Os conservadores ou ultra conservadores não gostaram nadinha do que o Papa falou. No Fratres in Unum estavam cuspindo fogo. Mas também é normal vindo deles, sempre deturpam tudo o que o Papa fala e postam calúnias. Parecem que contrariam Francisco só pra sacanear.
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0 # Clara Tamara 20-06-2016 16:05
Catequista quando vocês vão publicar aquele artigo sobre as origens do movimento feminista seus pontos fortes quando surgiu(sufragismo) e sua posterior decadência(promiscuidade,aborto e secularismo) ?
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-1 # JB 20-06-2016 13:21
Rosenira, O que o papa disse é que a maioria dos casais católicos não estão verdadeiramente casados. Logo, a maioria das cerimônias de casamento religioso não passa de uma palhaçada, uma encenação, uma brincadeira com o nome Santo de Deus. Se é verdadeiro o que Papa disse, é algo gravíssimo e deveria implicar na demissão ou renúncia imediata de todo o episcopado mundial, que permitiu tal descalabro. Imagine um fabricante de carros que admitisse publicamente que a maioria dos carros que ele fabrica já vêm estragados de fábrica. Por coerência, ele deveria demitir a diretoria e proceder a uma intensa reorganização de sua fábrica.
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0 # Airton Lino 22-06-2016 13:07
JB, concordo com o seu último parágrafo! "Imagine um fabricante de carros que admitisse publicamente que a maioria dos carros que ele fabrica já vêm estragados de fábrica. Por coerência, ele deveria demitir a diretoria e proceder a uma intensa reorganização de sua fábrica." Penso que a nós leigos temos um papel importantíssimo na Igreja, mas tem coisas que fogem da nossa alçada. É claro que temos que sair de discussões como essas e fazer algo pela Igreja, como buscar ajudar a catequese em nossa paróquia, tentar ajudar a pastoral familiar... Arregaçar as mangas msm! Mas tem coisa que foge da nossa alçada... Somos meros trabalhadores na messe, o clero é nossa equipe estratégica por assim dizer, se eles não orientam de maneira correta ou não buscam sair apenas do, infelizmente em alguns casos, o comodismo o povo fica desnorteado. Que Maria passe na frente e que possamos ter sede de justiça e pelo correto sim! Mas que enquanto isso, vamos trabalhando do jeito que dá, anunciando o evangelho e denunciando o erro e o pecado.
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0 # JB 24-06-2016 18:34
Se, conforme disse Francisco, a vasta maioria dos matrimônios são nulos por defeito de intenção, talvez então também a vasta maioria das ordenações também o seja pelo mesmo motivo, o que explicaria muita coisa...
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0 # Vilma de Souza Rebello 20-06-2016 13:18
No dia do casamento, quem celebra a aliança de amor, são os noivos com Deus. O sacerdote apenas conduz a celebração e na celebração os noivos recebem de Deus, os Dons para ser marido e mulher e ser mãe e pai e o envio para irem e multiplicarem. Se um dos dois, mulher e homem, não for verdadeiro nesse momento, ocultar algo do outro ou foi coagido a estar ali, não acontece o Sacramento do Matrimonio, então aquela celebração é considerada nula. Se na celebração do casamento acontece o Sacramento do Matrimonio, mas, um dos dois, marido ou mulher por falta de lapidação ou perseverança no amor, não querem continuar a viver juntos, rompe-se a Aliança de amor selada com Deus.
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0 # JB 20-06-2016 16:30
Vilma, De acordo com a Igreja, apenas a morte rompe um matrimônio válido.
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0 # JB 20-06-2016 12:09
Carlos Eduardo, Todo casamento é válido até que se prove o contrário. Portanto, um casal que se casou por ignorância mas que, mesmo após serem esclarecidos, desejam continuar casados, casados estavam e casados continuam. É bom também ter em mente um fato: mesmo nos dias de hoje, a maioria dos casais católicos permanece casados até que a morte os separe. É só procurar nas estatísticas.
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0 # JB 20-06-2016 11:41
No trecho abaixo, em italiano, Francisco diz reconhecer casais "juntados" como verdadeiramente casados. "Eppure davvero dico che ho visto tanta fedeltà in queste convivenze, tanta fedeltà; e sono sicuro che questo è un matrimonio vero, hanno la grazia del matrimonio, proprio per la fedeltà che hanno." Quem duvidar, é só checar o original no site do vaticano: http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2016/06/16/0447/01021.html
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0 # JB 20-06-2016 11:37
Se a maioria dos casamentos católicos são nulos, isso significa que a Igreja falhou miseravelmente em ensinar seu rebanho, isso significa que a maioria dos católicos casados são na verdade fornicadores. Não sei como alguém pode ficar feliz com essa suposta "bomba". Ironicamente, o mesmo Francisco, pouco tempo atrás, disse que a Igreja nunca esteve tão bem como agora. Vai entender.
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0 # Rosenira 20-06-2016 08:39
Pelo o jeito ninguém entendeu nada. Gente do céu o Q o papa está falando por exemplo. É Q muitas pessoas casam mas não cumpri o Q falam no altar. Essa é a mais pura verdade muitos casam mais não leva a sério. Trai a sua esposa não respeitam não faz nada do que prometeu no altar. Eu entendi Q fosse isso. Me perdoe se não é isso.
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0 # Simone 24-06-2016 16:56
Acontece que o que o Papa está falando é o que ele realmente falou. Que a maioria dos casamentos sacramentais são nulos enquanto que os ajuntamentos equivalem aos sacramentais. Um verdadeiro absurdo. Qualquer cohabitação, independente do tempo e do grau de relacionamento é adultério. Como equiparar a uma convivência dentro do sacramento? Ele deve conhecer bem o que leva um matrimônio a ser considerado nulo. Não ter consciência de que se está assumindo o compromisso para a vida toda não é verdade.
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+1 # Sidnei 20-06-2016 13:50
Rosenira, isto eu também entendi, e assino em baixo, o que eu não entendi foi ele dizer que os casais que vivem amasiados, alguns vivem como se fosse uma verdadeiro casamento, tudo bem, até pode ser, mas ele não deu um aceno que mesmo que casais que vivam assim, vivem em pecado de fornicação, ou seja, realizam sexo ante do casamento, pois não receberam o sacramento do matrimônio. Esta fala do Papa é preocupante, pois parece deixar uma brecha, que as pessoas que vivem assim, não precisam do sacramento do matrimônio, e podem viver de qualquer jeito.
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0 # giba 19-06-2016 23:54
Interessante onde todos tem razão e querem dar razão. hoje não se prega a virgindade, e despojar alguém não implica em compromisso de casamento, só porque Deus deixou que a pessoa ficasse grávida. A graça da gravidez é desprezada, para agradar os homens que querem ser felizes.A cruz precisa ser carregada, que o diga Santa Rita de Cassia. Ah, mais aqui ninguem quer ser santo, apenas catequista. Eita palavras duras, mas a verdade deve prevalecer.
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0 # Wellame 19-06-2016 19:14
O Catequista em relação ao Papa Francisco se assemelha ao Padre Favo de Mel: "não foi bem isso que eu disse"..."isso está sendo distorcido"... A questão é que fala após fala o Papa Francisco discorda em vários pontos do que ensina o Catecismo, um exemplo é a declaração dada neste mesmo evento de que casais que coabitam sem o matrimônio: . “Eu vi um monte de fidelidade nessas convivências, e estou certo de que estes são casamentos de verdade, eles têm a graça de um casamento de verdade por causa de sua fidelidade.” Agora, segundo essa fala, na visão dele a coabitação e fornicação, desde que haja fidelidade, são equivalentes ao matrimônio. Mas, com certeza não foi bem isso o que ele quis dizer, né.
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0 # André 19-06-2016 19:03
Por um lado o Papa está certo. Muitos matrimônios são inválidos porque as pessoas simplesmnte não fazem ideia do que estão fazendo. No atual mundo neo-pagão a noção de matrimônio que dure para a vida toda desapareceu até mesmo do imaginário. Estão ali por simples convenção social. Do mesmo modo, muitas comunhões eucarísticas não são apenas inválidas como são sacrílegas: o sujeito nunca vai na missa e quando aparece quer comungar sem ao menos se confessar. Na minha humilde opinião a Igreja deveria ser mais rígida no rol de restrições para o matrimônio negando sua celebração áqueles que ainda não estiverem devidamente preparados.
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0 # Zélia Cavalcante Filha 19-06-2016 11:27
Bom dia eu me chamo Zélia Cavalcante e tive uma união muito constrangedora pois praticamente fui obrigada a me casar por causa de meu irmão que praticamente me obrigou a tal situação...pois meu pai tinha acabado de falecer e eu já não tinha mae desde os 5 anos de idade.Fui posta para fora de casa por esse irmão,após o falecimento de meu pai,porque senão eu ficaria na rua.enfim..casei-me mas não fui feliz..fui no tribunal eclesiástico,falei com o pároco, levei a carta mas até hoje não obtive respostas de nulidade...o que faço? Vou no tribunal eclesiástico novamente? Ou com essa decisão do papa já está nulo? Mas já estou divorciada ha 20 anos.
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0 # A Catequista 19-06-2016 14:06
Zélia, pelo seu relato, é muito provável que seu casamento seja nulo (o que o Papa disse foi uma declaração informal, não interfere no seu caso). Mas, se você desejar se casar novamente, é preciso que a Igreja reconheça oficialmente essa nulidade. Sim, você terá que procurar novamente o tribunal eclesiástico.
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0 # Luciana 19-06-2016 10:00
Participo de uma comunidade que faz preparação com os noivos, sem dispensar o cursinho da pastoral familiar, fazemos por um ano essa preparação com noivos. Acreditamos que só um cursinho pequeno é pouco mesmo. Deixamos os noivos bem cientes que o sacramento não pode ser encarado como um evento.
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0 # Carlos Eduardo 19-06-2016 04:26
Se o casal compreender mais tarde que o casamento foi nulo devido a sua ignorância na época, nas não quer se separar, e sim viver agora de acordo com os preceitos de um matrimônio cristão, eles tem que fazer um novo casamento?
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0 # Padre Orlando Henriques 23-06-2016 14:30
Já não tenho a certeza, mas penso que é possível (pelo menos em certas situações) fazer um acto jurídico, uma sanação, se bem me lembro.
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0 # aubrey byrne 19-06-2016 02:03
Desculpem, a postagem esta clara em ambos websites, falha minha...
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0 # Sillas 18-06-2016 22:09
Foi aquilo que eu disse no Face do site. Basta o Papa falar e o povo desse a lenha. É que nem o seriado todo mundo odeia o Cris. Fez o maior sucesso, agora o seriado de 2000 anos "todo mundo odeia a Igreja Católica bate récordes de audiência e reprises com novas temporadas!
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0 # Simone 24-06-2016 16:51
Anormal é achar que as declarações ambiguas de Francisco são normais.
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0 # Katia 18-06-2016 21:51
Santo Papa! É de uma simplicidade e inteligencia digna dos franciscanos. Não é a toa que escolheu esse nome. Durante toda minha vida, nunca presenciei um casamento católico realizado com o princípio exigido. Sempre foi um luxo, um gosto, um sonho, uma esnobação. Só aparecem na igreja para celebrarem o casamento, balizarem o filho e assim por diante. Contasse nos dedos de uma mão as vezes que vão a missa durante um ano, isso considerando aquelas missas obrigatórias, de sétimo dia, de Páscoa (pouca das vezes que vemos a igreja tão cheia). Nós católicos devemos ser mais vigilantes com nossas obrigações e não fazer promessas apenas da boca pra fora. Se faz um juramento pra vida toda, mas estão mais preocupados com a arrumação da igreja, música, vestido, álbum de fotos e a festa que vem depois. Sábias palavras!!! Não deveriam alterá-las e sim repensar sobre tudo e fazer algo para mudar isso.
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0 # alessandro 18-06-2016 20:13
coitadinho do santo padre,sempre escorrega no tal do improviso, coisa que nao acontecia com os seus antecessores.como o mundo ama o santo padre,como ele e querido aos nossos irmaos protestantes, vai ate comemorar a os 500 anos da reforma. e obama o acha maravilhoso, tao humilde, tao caridoso. o problema e os catolicos rigidos que vive na penitencia, oracao e brigando nas paroquias PARA NOSSO SENHOR SACRAMENTADO VOLTE A SER REI, REVERENCIADO, ADORADO VERDADEIRAMENTE, E SER O CENTRO DA COMUNIDADE E NAO O HOMEM COMO E NOS DIAS DE HOJE. faca-me o favor santo padre, comparar casais amasiado,mesmo que ha fidelidade entre eles ao sacramento do matrimonio, NAO ACEITO NUNCA!
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0 # José Ferreira 19-06-2016 09:12
Pois é. Um Papa participar das comemorações da reforma protestante é estarrecedor. A reforma protestante não deve ser comemorada pelos católicos pois isso dividiu a igreja no ocidente. Aí ele vai participar das comemorações dessa divisão? Outra coisa que você ressaltou é a admiração que o mundo tem pelo Santo Padre. Bento XVI, numa entrevista, ao ser perguntado por um repórter se não desagradava ao papa o fato da Igreja ser muito criticada por conta da defesa de suas posições conservadoras (não lembro bem a pergunta mas a ideia é essa), o papa emérito respondeu que a Igreja não deveria agradar o mundo e sim a Deus. Não tem como agradar ao mesmo tempo o mundo e a Deus. Fica a reflexão. Até onde é boa toda essa admiração que o mundo tem pelo papa?
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0 # Augusto Paiva 20-06-2016 23:02
Comemorar o heresiarca Lutero, que chamou o Papa de anticristo e blasfemou contra Cristo e a missa, é a insensatez mais HUMILHANTE no vão esforço pelo falso ecumenismo. Não há absolutamente motivos nenhuns para se comemorar o natimorto protestantismo, que nunca esteve tão pútrido e a cheirar mal. Não se deve comemorar a rebelião e a desobediência (cf. 1 Sm 15,23). Comemorar os heresiarcas protestantes é o mesmo que comemorar os revoltosos de Números 16. É triste... É, acima de tudo, um gesto anti-católico! http://cumpetroetsubpetrosemper.blogspot.com.br/2016/01/como-comemorar-ou-celebrar-revolucao.html ☩ ☩ ☩ E o que se tornou há muito tempo preocupante é a ambigüidade e relativismo, BOMBÁSTICOS, desse papa: https://fratresinunum.com/2016/06/16/papa-francisco-os-catolicos-rigidos-do-estilo-isso-ou-nada-sao-hereges-e-nao-catolicos/ ''Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno.'' (Mateus 5,37) ''Formando este plano, terei usado de leviandade? Ou são puramente humanas as resoluções que tomo, de modo que haja em mim o sim e depois o não? Deus é testemunha de que quando vos dirijo a palavra, não existe um sim e depois um não.'' (2 Coríntios 1,17-18) ''Na Fé, antes a radicalidade que o relativismo.'' (Papa Bento XVI) Oremos!
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0 # Sidnei 28-06-2016 09:21
Augusto Paiva, li no jornal da Arquidiocese de Florianópolis, o qual pertenço, um padre dizendo que em 2017 vamos comemorar os 500 anos da reforma, e eu assustado lendo aquilo me perguntei dentro de mim: "O QUE!!!". Não temos que comemorar nada, temos que que nos lamentar e nos penitenciar, isto sim: lamentar e nos penitenciar, porque na época de Lutero houveram tantos católicos (a começar pelos papas da época), que não deram seu verdadeiro testemunho evangélico, e por esses atos relapsos do Papa e do clero, o povo ficou como ovelhas sem pastor, e aí os lobos se apossaram delas, e deu no que deu. Portanto, nós católico, com relação a reforma protestante, não temos nada a comemorar, e temo por esta visita do Papa a Suécia, o que ele irá dizer, o que ele irá falar, pois se forma na mesma linha de mensagens dúbias que ele vem tratando os mais diversos assuntos, temos que ele vá relativizar alguma coisa por lá, e aí é o fim mesmo, pois já não basta ele ter dito naquela entrevista no voo entre a Armênia e a Itália, de que Lutero foi um reformador que tinha boas intenções, então estou temendo desta visita dele, pois só falta ele dizer que Lutero estava certo em tudo, e a Igreja errada, aí eu quero ver como os que tantos defende ele, tampando muitas vezes suas falas, como se fosse o sol com a peneira, vão explicar este provável descalabro, pois até agora, ninguém me explicou o que ele quis dizer em que Lutero foi um reformador que tinha boas intenções.
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0 # Augusto Paiva 30-06-2016 09:27
“Nem toda a água do rio Elba daria lágrimas bastante para chorar a desgraça da Reforma.” (Melanchton, amigo de Lutero)"
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0 # Augusto Paiva 29-06-2016 04:03
Prezado, Sidnei, não há o que celebrar desse fato desgraçado. O Sacrossanto Concílio de Trento condenou o protestantismo. Como disse o Padre Ernesto Cardoso, os católicos celebrarem o heresiarca Lutero é o mesmo que os brasileiros celebrarem o maracanaço; os poloneses, a invasão alemã; os chineses, a invasão japonesa em 37. http://missaosagradafamilia.blogspot.com.br/2014/02/sermao-da-missa-votiva-de-nossa-senhora.html
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0 # Paulo 22-06-2016 12:59
COMO DISSE, HERESIARCA! SATANISTA E HISTÉRICO LUTERO... ALÉM DE QUE SEU RELATIVISTA PROTESTANTISMO FOI EXCOMUNGADO NO CONCILIO DE TRENTO! Um dos livros insuspeitos é de um dos mais conhecidos historiadores franceses deste século, Funck-Brentano, membro do Instituto de França, e aliás insuspeito por ser protestante. Citemos textos colhidos na obra dele - estarrecedoras: “Luther”( Grasset, Paris, 1934, 7ª ed. 352 pp.). E vamos diretamente a esta blasfêmia sem nome: “Cristo – diz Lutero – cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela? Depois com Madalena, em seguida com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar, antes de morrer”(“Propos de table”, no. 1472, ed. de Weimar 2. 107 – cfr op. cit. p. 235). Lido isto, não nos surpreende que Lutero pense – como assinala Funck-Brentano – que “certamente Deus é grande e poderoso, bom e misericordioso (…) mas é estúpido – “Deus est stultissimus”(“Propos de table”, no. 963, ed. de Weimar, I, 487). É um tirano. Moisés agia movido por sua vontade, como seu lugar-tenente, como carrasco que ninguém superou, nem mesmo igualou em assustar, aterrorizar e martirizar o pobre mundo”(op. cit. p. 230). Tal está em estrita coerência com estoutra blasfêmia, que faz de Deus o verdadeiro responsável pela traição de Judas e pela revolta de Adão: “Lutero – comenta Funck-Brentano – chega a declarar que Judas, ao trair Cristo, agiu sob imperiosa decisão do Todo-poderoso. Sua vontade (a de Judas) era dirigida por Deus: Deus o movia com sua onipotência. O próprio Adão, no paraíso terrestre, foi constrangido a agir como agiu. Estava colocado por Deus numa situação tal que lhe era impossível não cair”(op. cit. p. 246). Coerente ainda nesta abominável seqüência, um panfleto de Lutero intitulado “Contra o pontificado romano fundado pelo diabo”, de março de 1545, chamava o Papa, não “Santíssimo”, segundo o costume, mas “infernalíssimo”, e acrescentava que o Papado mostrou-se sempre sedento de sangue (cfr. op. cit. 337-338). Não espanta que, movido por tais idéias, Lutero escrevesse a Melanchton, a propósito das sangrentas perseguições de Henrique VIII contra os católicos da Inglaterra. “É lícito encolerizar-se quando se sabe que espécie de traidores, ladrões e assassinos são os papas, seus cardeais e legados. Prouvesse a Deus que vários reis da Inglaterra se empenhassem em acabar com eles”(op. cit. p. 254). Por isso mesmo exclamou ele também: “Basta de palavras: o ferro! o fogo!” E acrescenta: “Punimos os ladrões à espada, por que não havemos de agarrar o papa, cardeais e toda a gangue da Sodoma romana e lavar as mãos no seu sangue?”(op. cit., p. 104). Esse ódio de Lutero o acompanhou até o fim da vida. Afirma Fuck-Brentano: “Seu último sermão público em Wittenberg é de 17 de janeiro de 1546; o último grito de maldição contra o papa, o sacrifício da missa, o culto da Virgem”(op. cit., p. 340). Não espanta que grandes perseguidores da Igreja tenham festejado a memória dele. Assim “Hitler mandou proclamar festa nacional na Alemanha a data comemorativa de 31 de outubro de 1517, quando o frade agostiniano revoltoso afixou nas portas da igreja do castelo de Wittenberg as famosas 95 proposições contra a supremacia e as doutrinas pontifícias” (op. cit., p. 272). E, a despeito de todo o ateísmo oficial do regime comunista, o Dr. Erich Honnecker, presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Defesa, o primeiro homem da República Democrática Alemã, aceitou a chefia do comitê que, em plena Alemanha vermelha, organizou as espalhafatosas comemorações de Lutero neste ano (cfr. “German Comments”, de Osnabruck, Alemanha Ocidental, abril de 1983). Que o frade apóstata tenha despertado tais sentimentos num líder nazista, como mais recentemente no líder comunista, nada de mais natural.
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0 # Augusto Paiva 28-06-2016 03:20
Se o Papa Francisco viajar para a Suécia em ocasião da comemoração dos 500 anos da deforma protestante, cujos maus frutos se vêem hoje (relativismo, aceitação do homossexualismo, apostasia etc.), que dividiu a Igreja; causou conflitos facciosos odientos; se impôs a ferro e fogo com a ajuda dos nobres; pilhou monastérios; confiscou bens da Igreja; se apossou de catedrais e deu muitos mártires à Igreja, será uma afronta! Que os cardeais impeçam o Papa de fazer essa besteira! Que o convite fique pendente! Isso será um contra-senso enorme. Não há porque se celebrar a mentira e o ódio que ainda hoje persistem contra a Igreja. Infelizmente, caso isso venha a se consumar, passarei, pois, definitivamente, a considerar Francisco um antipapa.
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0 # José Ferreira 18-06-2016 16:37
Retirado do fratresinunum.com, o qual traduziu do lifesitenews.com “Eu vi um monte de fidelidade nessas convivências, e estou certo de que estes são casamentos de verdade, eles têm a graça de um casamento de verdade por causa de sua fidelidade.” Disse o papa sobre aqueles que coabitam sem o casamento religioso. Vejamos o que disse São João Paulo II na Familiaris Consortio: "...Apresenta a Igreja árduos problemas pastorais, em razão das graves consequências que deles derivam, tanto religiosos e morais (a perda do sentido religioso do casamento visto à luz da Aliança de Deus com o Seu povo; a privação da graça do sacramento; escândalo grave), e também sociais (a destruição do conceito de família; o enfraquecimento do senso de fidelidade, também em relação à sociedade, possíveis danos psicológicos para as crianças, o reforço do egoísmo)". E agora o catecismo: 2391. Hoje em dia, há muitos que reclamam uma espécie de «direito à experiência», quando há intenção de contrair matrimónio. Seja qual for a firmeza do propósito daqueles que enveredam por relações sexuais prematuras, «estas não permitem assegurar que a sinceridade e a fidelidade da relação interpessoal dum homem e duma mulher fiquem a salvo nem, sobretudo, que esta relação fique protegida de volubilidade dos desejos e dos caprichos»(143). A união carnal só é legítima quando se tiver instaurado uma definitiva comunidade de vida entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera o «ensaio». Exige o dom total e definitivo das pessoas entre si . Podemos dizer que o que papa disse foi contrário ao que está expresso no magistério? Mas aí vai vir a mesma desculpa: "Ah! O Papa falou de improviso". Nunca vi Bento XVI e São João Paulo II dando esses "deslizes"(estou sendo bem eufêmico aqui) ao falar de improviso. Se deram, com certeza não foi nessa frequência. Quando Francisco resolve falar de "improviso," vez ou outra vem uma declaração "bombástica", como vocês mesmo definiram. Gente, assim não dá.
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0 # Simone 24-06-2016 16:47
Concordo com sua posição. Toda vez que o Papa fala de improviso solta uma "pérola". Se a inspiração do Espírito Santo e a infalibilidade só funciona quando o discurso é preparado, qualquer leigo pode ser eleito Papa, é só ter alguém idôneo que prepare seus discursos segundo o Magistério e a Doutrina da Igreja.
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0 # Padre Orlando Henriques 18-06-2016 22:06
Não é uma questão de «vir a mesma desculpa» do costume: a verdade é que um pronunciamento como este (seja de improviso ou seja de premeditado, seja de acordo com a doutrina ou contra ela) NÃO É nenhum magistério solene nem infalível.
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-1 # José Ferreira 19-06-2016 08:51
Sei muito bem que não se trata de magistério infalível e nem solene, mas causa escândalo.
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0 # Sidnei 19-06-2016 11:49
José Ferreira, eu também li isto do Frates, porém, desconfie deles a repeito desta outra frase do Papa, pois a mídia não a citou, citanto apenas aquela que o Papa disse que a maioria dos casamentos atuais são nulos. Achei estranho, pois a mídia nos dias de hoje, relativista como é, não citou esta segunda frase do Papa, que este sim, para mim (se foi mesmo que ele citou), é mais escandalosa que a primeira, pois a primeira, até eu assino em baixo, porém, com relação a este segunda frase, aí não temos como concordar com o Papa, pois esta se abrindo uma brecha para que ninguém mais queira procurar o Sacramento do Matrimonio, vivendo todo mundo em vida amasiada, e ainda, frequentam o sacramento da eucaristia, como se nada de errado houvesse, quando mau sabem eles (e se sabem, fica ainda mais grave) que vivem uma vida de fornicação. Agora não podemos ser precipitados, a mídia nada falou, o pessoal aqui do catequista nada comentou e os único que comentaram foram o pessoal do frates, o qual, tenho um pé atrás com ele, mas, esperarei que outros falem e comentem para ter a certeza que o Papa fez este segundo comentário. Caso ele não tenha feito, seria bom quem espalho isto, se retratasse, caso tenha feito, aí só resta a nós lamentarmos e orarmos muito pelo Papa para não vir mais a falar besteiras.
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0 # Sidnei 20-06-2016 13:45
Obrigado Wellame e José Ferreira. A coisa está pior que eu imaginava, só resta orarmos mesmo.
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0 # José Ferreira 20-06-2016 09:24
Sidney, também não concordo com muitos dos posicionamentos do pessoal do Fratres, mas essa notícia eles traduziram do Lifesite News e as observações do papa eles pegaram do Rorate Coeli, dois veículos católicos de notícias bastante conhecido. Vamos aguardar então se haverá alguma nota do Vaticano desmentindo se não for verdade.
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0 # Wellame 19-06-2016 20:11
É só ver o vídeo. Esse encontro do papa foi gravado e está no youtube. E foi isso mesmo que ele disse.
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-1 # José Ferreira 18-06-2016 16:47
Só para complementar meu comentário anterior na parte que falo dos casais que coabitam sem o casamento religioso. O papa falou isso depois de ter relatado casos de pessoas no nordeste da Argentina que passam a viver juntos sem se casar. Depois do primeiro filho, formalizam a união no civil e só quando se tornam avós é que se casam no religioso. Segundo o pontífice, isso é uma superstição, pois o casamento acaba assustando o marido e por isso optam por se casar só bem depois É bem verdade que ele disse que isso tem que ser superado, mas logo depois afirmar que muitas dessas uniões tem a graça de um casamento de verdade de mais. Então pra que se casar na Igreja né se eu posso ter uma casamento de verdade mesmo sem ter recebido o matrimônio?
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0 # Emerson 18-06-2016 16:12
Isso aconteceu comigo, com 15 anos juntei os panos com uma menina com 6 meses ja estava arrependido , mais por imposição da família e questão religiosa por causa do filho que estávamos esperando tinha que casar , e casei com 16 anos e 7 meses, mais não queria mais fui e hoje somos separados temos 2 filhos , mais nunca demos certo era como um contrato, momentos felizes raríssimo, mais sofrimento um para o outro, hoje queria muito poder casar e não posso, hoje estou maduro e sei o que realmente quero, mais um erro no passado nada pode ser mudado.
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0 # Giselle 18-06-2016 20:07
Emerson vc pode procurar o tribunal eclesiastico. Meu caso é muitoooo parecido com o seu e fui atras e recebi a autorização para dar entrada no processo. Se vai ser julgado nulo ou não logo saberemos mas o primeiro passo foi dado. Casar por causa de uma gravidez não programada é um dos requisitos de nulidade. Casar muito cedo tb. Não perca tempo pois derrepente vc pode sim viver um verdadeiro matrimônio.
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0 # José Ferreira 18-06-2016 19:43
Emerson, em relação ao seu caso, se vocês se casaram por imposição então provavelmente seu casamento não foi válido. Ou seja, você poderá casar-se. Procure um padre para que ele te oriente melhor.
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0 # Padre Orlando Henriques 18-06-2016 21:27
«Provavelmente», não: se o casamento foi, de facto, por imposição, é MESMO inválido. Mas, de qualquer forma, vai ser preciso provar isso em tribunal eclesiástico. Não quer dizer que seja difícil, mas, de qualquer maneira, é preciso provar, e isso só é possível se iniciar o processo...
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0 # Sidnei 19-06-2016 11:41
Padre Orlando, vossa benção. Mas a Igreja aceita casar alguém com 16 anos de idade?. Parece que li uma vez que a Igreja determina uma idade minima para o casamento, e 16 anos está dentre deste idade minima?.
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0 # A Catequista 19-06-2016 14:02
Sidnei, mulheres podem casar na Igreja a partir dos 14 anos completos, e homens a partir dos 16 anos completos. Para isso, os pais devem emancipá-los. O código de direito canônico diz que “Compete à conferência dos Bispos estabelecer uma idade superior para a celebração lícita do matrimônio”. Aqui no Brasil, a CNBB determinou que “sem licença do Bispo diocesano, fora do caso de urgente e estrita necessidade, os párocos ou seus delegados não assistam aos matrimônios de homens menores de dezoito anos ou de mulheres menores de dezesseis completos”. Para saber mais: http://www.presbiteros.com.br/site/qual-a-idade-minima-para-se-contrair-matrimonio/
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0 # Thiago 18-06-2016 15:54
Ainda bem que o Papa não é infalível em cada mancada que dá em discursos improvisados. Caso contrário a igreja seria uma loucura.
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0 # Jorge Serrano 18-06-2016 14:41
O Papa tem toda razão , os padres podem desistir de ser padre mesmo depois de 8 anos de estudos e convencimento do que querem , agora os casais não podem partir para outra oportunidade caso não se acertem , pois , tiveram apenas quatro palestras de formação . Ao se separarem são classificados de casais de segunda união ou segunda categoria ou segunda classe , isto , é muito constrangedor . Muitos casais de segunda união vivem um verdadeiro casamento enquanto muitos de primeira união vivem uma farsa , uma fantasia , uma mentira . É bom repensar isto , pois , muitos estão se afastando da igreja , e não venham me dizer que preferem qualidade que quantidade , pois , a a qualidade deixa a desejar .
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0 # Paulo 22-06-2016 12:36
Mas os casais antes do casamento, têm as vezes, quantos anos de tempo de preparação antes de fazerem o curso de noivos ao final - esse tempo tem de ser contabilizado como válido para preparação! Os 8 dias são mais para saberem mais detalhes de como se estão ou não dispostos ao sacramento e mais ensinamentos, como é por toda a vida e não temporario! Será que tantos vão para lá sem esse básico, cristãos só de batismo, nada mais?
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0 # Padre Orlando Henriques 18-06-2016 21:56
E também não é bem correcto dizer que os padres que abandonam o ministério para casar tenham uma “segunda oportunidade” que, alegadamente, é negada aos casados que partem para uma 2ª união: é que, para todos os efeitos, um padre é solteiro; essa reciprocidade que você alega só existiria se os casados se separassem PARA ENTRAR NA VIDA RELIGIOSA, por exemplo (o que, aliás, não é nada que nunca tenha acontecido na história da Igreja), e não para casar com outra pessoa. Um padre que deixe o ministério para casar vai fazê-lo pela 1ª vez; um divorciado vai fazê-lo pela 2ª vez. Portanto, NÃO HÁ “segunda oportunidade” nenhuma que seja dada aos padres e que não seja dada aos outros. Este problema dos recasados não se resolve de forma fácil, e é inadequado colocar a questão em termos de “oportunidades” que se têm ou deixam de ter para acertar ou falhar. A vida não é como um vídeo-jogo, em que o jogador tem uma série de “vidas” para gastar.
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0 # alessandra yosh 10-09-2017 03:42
tá padre. Ok. Mas a solução apresentada pela Igreja é ignorar todo esse povo que está em segunda união? As pessoas existem e conheço várias que sofrem pq não podem mais comungar por exemplo, ou são vistas pelos irmãos de comunidades como casos perdidos. Uma amiga que apresentava a rádio católica sofria violência doméstica, após o divórcio foi convidada a sair da locução do programa...olha se isso não é crueldade não sei de mais nada
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0 # Padre Orlando Henriques 18-06-2016 21:50
Jorge, Por muito duro e confrangedor que isso seja, a verdade é que um casal em segunda união (pelo menos se o 1º casamento de algum deles foi na Igreja) NUNCA pode viver «um verdadeiro casamento», POR MUITO QUE a união entre eles funcione bem, porque permanece de pé um casamento anterior, que é indissolúvel e em relação ao qual a 2ª união é, para todos os efeitos, um adultério, pois atenta contra um casamento que, até prova em contrário, é válido e, portanto, subsiste.
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-1 # Thiago 18-06-2016 15:55
Não tem nada para repensar. Casamento é indissolúvel, Cristo falou. Ponto final. Esses casais em segunda união estão é "muito bem" com essa expressão, afinal, são adúlteros, estão transando fora do casamento deles válido deles.
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-1 # André 18-06-2016 15:15
A Igreja não quer que ninguém se afaste dela. Porém existem normas, regras a serem seguidas, todos são chamados a estar na Igreja, mas nem por isso podemos ficar dando "jeitinho" naquilo que não nos convém. Sugiro que releia o texto, acho que você entendeu errado.
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0 # alessandra yosh 10-09-2017 03:45
não julgue pra não ser julgado. Há casos de violência em que a vida da pessoa corre risco. Você deixaria sua filha casada com alguém q a espanca por qualquer motivo? Pense.
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0 # Sheila Santos 18-06-2016 14:25
A paz para vcs: Sinceramente, não vi nada demais. O Santo Padre fLou uma verdade. Agora, não gostamos do que ele falou? Esforcemo-nos para fazer a diferença. Um abraço.
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0 # A Catequista 18-06-2016 14:26
Quem não gostou do que o Papa falou?
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0 # Felipe Martins 18-06-2016 13:44
Boa tarde, Já perguntei isso aqui, mas não fui respondido, então aproveitando o post: Caso a pessoa casou na Igreja, mas não viveu as exigências do Matrimonio (como vocês mesmo já citaram) o casamento torna-se nulo? Se sim, pode haver então um “divórcio” e um novo casamento? Paz e Bem
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0 # Padre Orlando Henriques 18-06-2016 21:20
Se na hora em que os noivos deram o consentimento estavam reunidas todas as condições para que aquele fosse um verdadeiro consentimento e, portanto, um verdadeiro matrimónio(liberdade, plena consciência e aceitação do que é o matrimónio, etc...), então não há nada que aconteça DEPOIS do casamento que o possa tornar nulo. Nada: nem infidelidades, nem abandono, nem violência doméstica... Por isso, como diz(e bem) a Tháina, não existe divórcio nem anulação de casamento. A Igreja não anula nada: limita-se a reconhecer que sempre foi nulo. Se um casamento for nulo é-o desde o princípio, não passa a sê-lo a partir de determinado momento. Bem diferente é a situação das pessoas que se casam já com a intenção de não viver as exigências do matrimónio: se a pessoa diz "sim" ao matrimónio, mas não tiver, realmente, a intenção de ser fiel e respeitar todas as exigências do matrimónio, esse consentimento não é verdadeiro e, portanto, o casamento não é válido. MAS, para obter a declaração de nulidade, é preciso PROVAR no tribunal eclesiástico que aquele consentimento foi, de facto, falso.
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0 # Paulo 22-06-2016 13:11
MAS NESSE CASO O SUJEITO PECOU GRAVEMENTE, NÃO É? Saiu pior da igreja que quando entrou para se "casar", não é o caso?
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0 # Padre Orlando Henriques 23-06-2016 14:26
Sim, o pecado acontece quer no caso de quem "casa" sem intenção de viver o que se exige no matrimónio (invalidamente, portanto), quer no caso de quem casa validamente mas depois vem a trair ou a maltratar, isso é evidente. Mas a questão aqui é que "casar" com a intenção PRÉVIA de não viver as exigências do matrimónio, para além de ser pecado, invalida o matrimónio.
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0 # Felipe Martins 19-06-2016 21:44
Entendi! Muito obrigado pelos esclarecimentos, Tháina, Alex Costa e Padre Orlando Henriques! Santa semana.
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0 # Alex Costa 18-06-2016 19:13
Os casos de nulidade são previstos “ATÉ” o dia do casamento. Após o casamento, nada é previsto para dar nulidade. A nulidade significa que, quando foi feito o casamento, algo poderia torná-lo nulo, ou seja, a pessoa não casou-se, mas se for considerado nulo, é como se ela ainda fosse solteira após o casamento. O casamento é indissolúvel. Ou se está casada(o) ou se está solteira(o)(nulidade).
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0 # Tháina 18-06-2016 14:16
Felipe, não existe divórcio e anulação do casamento. Se o casal não cumpre as exigências do Matrimônio, o sacramento nunca foi plenificado, nunca foi válido. Daí ele pode RECORRER a um tribunal eclesiástico e, com paciência, eles irão julgar a validade ou não do sacramento. Somente depois disso é que a pessoa poderá contrair matrimônio verdadeiro. Se ela se casa sem a certeza de que o primeiro casamento foi inválido, está incorrendo em pecado e não pode comungar nem mesmo se confessar, até que tudo seja resolvido. Espero ter esclarecido pra ti.
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0 # Alex Costa 18-06-2016 19:11
Os casos de nulidade são previstos "ATÉ" o dia do casamento. Após o casamento, nada é previsto para dar nulidade. A nulidade significa que, quando foi feito o casamento, algo poderia torná-lo nulo, ou seja, a pessoa não casou-se, mas se for considerado nulo, é como se ela ainda fosse solteira após o casamento. O casamento é indissolúvel. Ou se está casada(o) ou se está solteira(o)(nulidade).
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0 # GABRIEL T ZAGO 18-06-2016 13:44
Este fato tem consequências nefastas em toda sociedade pois se as famílias não recebem a graça de Deus entregue através do sacramento do matrimônio a sociedade desmorona!
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0 # aubrey byrne 18-06-2016 13:28
Vi esta mesma noticia no Fraters in Unum...nao pode existir duas verdades
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