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A Catequista

A Catequista

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Em 2013, Marte Dalelv, uma jovem norueguesa de 24 anos, viajou a trabalho para Dubai. Após uma festa, seu chefe se ofereceu para levá-la até o hotel. Segundo ela, o chefe se aproveitou que ela estava bêbada e a estuprou. Ignorando a cultura local (Dubai é um país muçulmano), a moça foi à delegacia e prestou queixa. Resultado: foi colocada atrás das grades, acusada de fazer sexo fora do casamento.

Depois de dez dias em cana, Marte foi libertada, graças aos esforços do consulado norueguês. Esse caso surreal é simplesmente impensável em um país de raiz cristã – mesmo naqueles países europeus profundamente secularizados, em que o cristianismo é uma quase uma lembrança do passado. Afinal, a cultura judaico-cristã, há milênios, promove uma cultura de proteção da dignidade sexual feminina.

Atualmente, em pleno século XXI, a lei de muitos países pune a mulher estuprada. Já Moisés, por volta de mil anos a.C., previa pena de morte ao homem que estuprasse uma mulher (Dt 22,26) e isentava a vítima de culpa e de qualquer penalidade.

O assédio sexual e a obtenção de sexo por meio de chantagem também são condenados na Bíblia, por meio da história da bela Suzana (Dn 13). A moça, sendo casada, era cobiçada por dois importantes juízes do povo israelita, que ameaçaram acusá-la de adultério no tribunal, caso ela se recusasse a satisfazê-los. Mas ela gritou quando eles a agarraram, preferindo ser exposta à infâmia do que pecar contra Deus. No fim, o profeta Daniel desmascara os velhos tarados, e Suzana obtém justiça.

Portanto, na Bíblia, fica clara a lição de que o testemunho de um homem diante de um tribunal – mesmo que seja um homem de grande prestígio na comunidade – não necessariamente é mais digno de fé do que a palavra de uma mulher.

Todas essas passagens são muito interessantes, mas é no Novo Testamento que Cristo vem nos dar um ensinamento sublime: aos homens, não é admitido nem mesmo OLHAR uma mulher alimentando pensamentos maliciosos (Mt 5,28). Isso, obviamente, fecha as portas para as cantadas chulas ou qualquer tipo de contato físico não autorizado.

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E quanto à Tradição da Igreja? Como os bispos e teólogos dos primeiros séculos viam a questão do estupro? Durante a invasão de Roma pelos bárbaros visigodos, no ano 410, muitas mulheres foram estupradas, inclusive as cristãs. Santo Agostinho afirmou que essas mulheres eram puras não somente no espírito, mas também no corpo, pois não tinham qualquer culpa da violação que sofreram (Cidade de Deus, cap. XIX).

Naquele tempo, os pagãos louvavam como virtuosas as mulheres que se suicidavam após terem sofrido um estupro (como aconteceu com a célebre Lucrécia). Santo Agostinho protestou contra essa mentalidade mórbida: não era justo nem lógico que a vítima inocente punisse a si mesma com a morte. Mesmo diante do julgamento temerário da sociedade, as mulheres cristãs vítimas de tais crimes deveriam manter a paz de espírito, pois “No seu íntimo, mantêm com certeza a glória da castidade e o testemunho da sua consciência”.

Durante a Idade Média, a Igreja se colocou fortemente contra a prática do rapto de donzelas, que eram tiradas de suas famílias e obrigadas a casar com seus sequestradores. Enquanto isso, até hoje, no Quirguistão (país de maioria islâmica), um terço dos casamentos são realizados mediante o sequestro da noiva, e a maioria delas é estuprada na noite de núpcias.

Como vemos, não é preciso abraçar ideologias mundanas e seus jargões ("cultura do estupro"; "todo homem é um estuprador em potencial" etc.) para combater o assédio indevido às mulheres. Basta pregar e viver os valores do Evangelho! Onde o cristianismo ganha raízes e se expande, a dignidade da mulher se eleva; e quando os valores cristãos são enfraquecidos em uma sociedade, a vida e a imagem das mulheres se degrada. Então, precisamos de Jesus e da Sua Igreja, não de ideologias impregnadas de marxismo.

O feminismo, especificamente, surgiu como um movimento necessário e positivo (podemos citar, por exemplo, o nobre movimento sufragista), mas hoje é acima de tudo um instrumento de ataque à família e aos valores cristãos. Em um próximo post, falaremos mais sobre como o movimento feminista virou as costas para a verdadeira defesa da mulher, e se tornou apenas mais uma militância marxista.

Ela tinha quase 12 anos. Ele, um jovem de 20 anos, invadiu a sua casa e tentou estuprá-la. Como ela lutou e lhe opôs grande resistência, em sua raiva, ele esfaqueou Maria Goretti 14 vezes.

Preso e condenado, Alessandro Serenelli passaria os 27 anos seguintes na cadeia. A justiça foi feita? Sim. Mas Deus vai além da justiça: Ele acena com Sua misericórdia. Estava para ser escrita uma das mais belas e famosas histórias de perdão ocorridas no coração da Igreja.

Depois do ataque sofrido, a jovem santa não morreu imediatamente. No hospital, ainda estava consciente, e um padre veio lhe dar a extrema unção. Ao lhe dar a Sagrada Comunhão, perguntou-lhe:

– Maria, perdoa de todo coração teu assassino? Ela respondeu:

Sim, perdoo pelo amor de Jesus, e quero que ele também venha comigo ao Paraíso. Quero que esteja a meu lado... Que Deus o perdoe, porque eu já o perdoei.

Na prisão, durante os três primeiros anos, o criminoso não demostrava arrependimento; até o dia em que a sua vítima lhe apareceu em sonho, com um sorriso resplandecente e carregando 14 lírios (símbolos da pureza virginal). Alessandro, então, inicia seu processo de conversão, com a caridosa assistência do bispo local.

Depois de cumprida a sua pena, Alessandro passou a viver como irmão leigo em um convento franciscano. Ali, passou o resto de seus dias, trabalhando como porteiro e cuidando da horta. Era reconhecido como um bom cristão, e foi chamado como testemunha no processo de beatificação de Maria Goretti.

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O perdão da santa estava garantido... mas e a mãe da menina? Poderia perdoá-lo? Essa dúvida se desfez no Natal de 1937, quando Alessandro procurou Assunta Goretti. A senhora piedosa não só o perdoou, como disse que o aceitava como filho! Naquele Natal, a mãe e o assassino da vítima inocente assistiram a missa e comungaram lado a lado. Anos depois, em 1950, eles estariam juntos de novo, na missa de canonização de Santa Maria Goretti.

Podemos tirar algumas lições importantes dessa história...

ABRA SEUS OLHOS, NICE PEOPLE

No Dia do Juízo, muitos que se acham “gente boa” só porque nunca mataram nem roubaram e dão uma esmola pro mendigo de vez em quando ficarão surpresos ao se verem condenados, enquanto homens como Alessandro estarão recebendo a coroa da vitória. “Como um homem capaz de cometer esse crime hediondo foi salvo e eu, que nunca cometi crime algum, sou mandado ao Inferno?”.

É simples: Alessandro foi humilde o suficiente para reconhecer-se miserável, pecador e dependente da misericórdia de Deus. Já o fulano bonzinho se achava tão legalzão que se tornou incapaz de reconhecer seus pecados e de se arrepender deles. "Religião? Pra que?! Eu não preciso disso, sou perfeitamente capaz de ser bom sozinho!".

Mas pecados graves, que levam a alma à perdição, não se resumem a roubar e matar, viu, nice people? Abram seus olhos, enquanto ainda é tempo!

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PERDÃO NÃO IMPLICA EM IMPUNIDADE

Alessandro Serenelli foi condenado a 30 anos de prisão pela morte de Santa Maria Goretti. Cumpriu 27 anos de reclusão, e foi solto por bom comportamento. Depois disso, até o fim de sua vida, viveu de forma honrada.

O perdão foi dado pela vítima, pela mãe da vítima, por Deus... Mas isso não dispensou Alessandro de pagar pelo que fez, por meio da justiça dos homens, do caridade e da penitência. Fiquem atentos a isso, porque a elite política e cultural esquerdista propagandeia um conceito deturpado de misericórdia: fazem de tudo para abrandar as penas dos criminosos, justificando seus crimes como culpa de uma sociedade injusta.

É do interesse dos socialistas que o caos se implante, por meio de uma cultura de vitimismo e impunidade. Um dos exemplos mais recentes e mais bisonhos disso é o caso de Karsten Nordal Hauken, um norueguês que foi estuprado por um imigrante muçulmano. Karsten disse que chorou ao saber que o estuprador seria deportado, e que “o governo norueguês estava agindo de maneira vingativa”, pois o estuprador teria um destino incerto na Somália (Fonte: BBC).

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O diabo faz assim: pega os valores mais belos do cristianismo – como o perdão – e os transforma em uma caricatura grotesca. E o pior é que convence muita gente.

PRONTOS PARA RESISTIR AOS ATAQUES CONTRA A CASTIDADE?

Na homilia da missa de canonização de Santa Maria Goretti, o Papa Pio XII observou que nem todos os cristãos são chamados a ser mártires, mas todos são chamados a viver as virtudes cristãs. Depois, o Papa perguntou: "Jovens, prazer ao olhos de Jesus, vocês estão determinados a resistir a todos os ataques à castidade com a ajuda da graça de Deus?". Um grande "SIM" ecoou na Praça de São Pedro naquele instante!

Na Bíblia (Rm 16,1) e em outros documentos da Tradição, vemos que nas comunidades cristãs primitivas existia a figura das diaconisas. Muita gente se pergunta a razão de a Igreja ter extinguido essa função, que a partir do século V se tornou exclusivamente masculina.

Epifânio de Salamina, bispo do século IV, explica que as diaconisas cuidavam das mulheres pobres e doentes (Panarion 79,3), e também iam às casas de moças e viúvas para pregar a Palavra. Naquela época, pegava mal um homem ficar a sós com uma mulher.

Em caso de litígios canônicos, em que era preciso examinar o corpo feminino, a diaconisa também entrava em cena. Por exemplo, em um julgamento ocorrido na igreja primitiva, um marido foi acusado de bater na esposa, e as diaconisas foram chamadas pelo bispo para verificar e atestar os hematomas deixados no corpo da mulher.

Da mesma forma, por motivo de decência, era inadequado que ministros do sexo masculino batizassem mulheres. Explico: nos primeiros séculos do cristianismo, um grande número de pessoas eram batizadas na idade adulta (diferente de hoje, em que a maioria dos batismos são realizados em crianças). E esse sacramento era quase sempre realizado por imersão, com a pessoa nua ou seminua.

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No batismo, o cristão é ungido com óleo dos catecúmenos. Atualmente, no Rito Latino, o padre simplesmente passa um pouco de óleo no peito da pessoa. Mas naqueles tempos a criatura ficava toda trabalhada no óleo, da cabeça aos pés! Então, para ungir corpo de uma catecúmena, convinha ser alguém do sexo feminino.

Para ter uma ideia melhor da situação, veja abaixo um vídeo que mostra o batismo de um cristão da Igreja Ortodoxa (há uma cena similar a essa no filme “Casamento Grego”).

Com o tempo, o batismo de adultos foi se tornando menos frequente, e o batismo por aspersão (um pouco de água derramada sobre a cabeça) prevaleceu nas igrejas ocidentais. A unção com o óleo dos catecúmenos também ficou mais "minimalista". Assim, o número de diaconisas foi diminuindo, até que em meados do século V a consagração de diaconisas foi proibida.

Segundo a “Gran Enciclopedia Rialp” de 1991, a tese que prevalece entre a maioria dos especialistas em História da Igreja é a de que as antigas diaconisas não eram ordenadas (eram apenas consagradas, como nossas monjas) e não serviam ao altar. Os diáconos, por sua vez, são membros ordenados do clero.

Uma das provas de que as diaconisas NÃO serviam ao altar é essa exortação do Papa São Sotero, no século II, em carta aos bispos da Itália: “Foi comunicado a esta Sé Apostólica que algumas mulheres consagradas a Deus e religiosas tomam a liberdade, nas vossas regiões, de tocar nos vasos sagrados e nas santas palas e de incensar o altar ao redor. Tal prática abusiva e digna de censura merece a rejeição de todo homem sábio" (Revista “Pergunte e Responderemos", D. Estevão Bettencourt, osb. Nº 500, Ano 2004, p. 76).

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Há necessidade de fazer ressurgir a figura das diaconisas no seio da Igreja? Parece que não. Não temos mais mulheres peladas se batizando, não é mesmo? E as irmãs de caridade e até mesmo as leigas católicas, hoje, podem exercer as mesmas atividades das antigas diaconisas, com exceção da administração do batismo.

Em maio deste ano, a pedido de um grupo de religiosas líderes de ordens femininas, o Papa Francisco propôs estabelecer uma comissão para estudar o papel das diaconisas na igreja primitiva, e avaliar a viabilidade de mulheres se tornarem diaconisas nos dias de hoje.

Trata-se de um ESTUDO, para dar uma resposta mais clara e historicamente embasada aos questionamentos que alguns grupos de mulheres colocaram diante do Papa. Amei! Aposto que a conclusão desse estudo só vai confirmar e reforçar a linha até então adotada pela Igreja. Quem sabe assim o chororô das religiosas e leigas sedentas por alcançar o status clerical acabe de uma vez!

DUAS TENTAÇÕES APONTADAS PELO PAPA

O Papa Francisco pontuou duas tentações nessa demanda pelo diaconato feminino (texto no site do Vaticano):

  1. “A primeira é o feminismo: o papel das mulheres na Igreja não é feminismo, é direito! É um direito de batizadas com os carismas e os dons que o Espírito lhes deu. Não precisamos cair no feminismo, porque isso reduziria a importância de uma mulher.”
  2. “O outro perigo (...) é o clericalismo. (...) Ou seja, o padre que quer clericalizar o leigo, a leiga, o religioso e a religiosa, o leigo que pede para ser clericalizado, porque é mais cômodo.”

De fato, as mulheres devem ter mais espaço para atuar em posições de tomada de decisão na Igreja. Mas, para isso, não é necessário se clericalizarem. A Dra. Zilda Arns, sendo apenas uma leiga, fundou e liderou a Pastoral da Criança, que livrou milhares de crianças da desnutrição. E também a beata Irmã Dulce, com seu heroico trabalho caritativo. Nenhuma delas foi "clericalizada" e, no entanto, se tornaram algumas das lideranças católicas mais relevantes do Brasil!

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Uma das famílias mais amadas do Brasil, os Abravanel, estão em ritmoooooo... Em ritmo de discórdiaaaaaaa! Como todos sabem, após dizer que é homossexualidade não é algo normal (veja aqui o vídeo), Patrícia foi tachada por muitos de “homofóbica” e recebeu censura até do sobrinho, Tiago Abravanel:

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Tiago, a biologia pode ser cruel, mas não pode ser ignorada: a atração sexual entre homem e mulher é favorecida pela própria natureza, que deu a seus corpos um encaixe perfeito. E não é só isso. Em uma clara postura discriminatória, a natureza permite que somente o sexo entre homem e mulher gere bebês; outras modalidades de “sexo” são absolutamente infecundas. Acima de qualquer opinião, eis a realidade nua e crua: não, amor não é igual para todos!

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Os homossexuais escolhem sentir atração por pessoas do mesmo sexo? Muitos não escolhem, e simplesmente descobrem, ainda crianças ou no início da adolescência, que possuem essa orientação.

Mas há outra realidade, que os ativistas gays negam cinicamente: muitos são induzidos a praticar atos homossexuais por motivos totalmente alheios ao desejo homossexual profundamente arraigado. Os principais motivos são:

  • necessidade de tirar onda de moderninhos e serem melhor aceitos em determinado grupo (confiram aqui o depoimento da ex-feminista Sara Winter);
  • desejo de reproduzir um comportamento exaltado pela grande mídia, pelos professores e pelas celebridades (nesse caso, as crianças, naturalmente curiosas e influenciáveis, são as principais afetadas; não é à toa que a propaganda de cigarro foi proibida na TV).
Por isso, faz parte da agenda cultural e política gay expor as crianças, desde a mais tenra idade, a conteúdos que normalizem e exaltem o comportamento homossexual. É lógico que isso aumenta exponencialmente a probabilidade de que elas venham a se envolver nesse tipo de relacionamento – ainda que por mera curiosidade, e não necessariamente por um impulso originado de uma orientação homossexual.

Voltando à filha de Sílvio Santos. Em seu comentário no programa de TV, Patrícia chegou a citar seu filho. Não é possível que uma sociedade civilizada negue a ela – e a qualquer pai e mãe – o direito de não querer que suas crianças sejam expostas a cenas como essa abaixo, de uma animação recomendada pelo MEC para crianças de 11 a 14 anos:

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Ou esse outro material a seguir. Essa imagem ilustra uma revista sobre transexualidade, financiada pelo governo do País Basco (Fonte: Info Vaticana). A menina Ane diz para Laia: "Fiquei surpresa ao te ver no chuveiro com um pênis, e pensei que você era um menino. Mas logo percebi que me enganei". Laia reponde: "Sim, sou uma menina. Uma menina com pênis".

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Uma menina com pênis. Normal, né, zênti? É tipo o Tobias, a tartaruga-macho da minha tia, que se sente preso em um corpo de caramujo. Olha a fotinha dele tentando copular com a sua amada. Ki amô!

tartaruga

Meninas compartilham banheiros com “meninas com pinto", e ainda ficam manjando os órgãos sexuais dos outros. Não é meigo? Por trás de tudo isso, está a meta de tornar quase impossível que as crianças e jovens a viver de acordo com a com a moral sexual cristã. Afinal, as meninas e mulheres perderão completamente o direito a se resguardarem de olhares masculinos, pois serão obrigadas a se exporem diante de "meninas com pinto" em locais que antes eram separados por sexo.

patricia_jogoNóis cristaum é ingnoranti e retrogadu, puriço nóis naum asseita eças coiza, né memo? Mas a Ciência está do lado da ideologia de gênero... Só que não!

Uma associação de pediatras dos Estados Unidos afirmou recentemente em seu site que "a ideologia de gênero é nociva às crianças". A American College of Pediatricians lamentou o fato de que crianças com distúrbio de identidade (meninas que se sentem meninos, ou vice-versa) não estejam recebendo o tratamento adequado. Em vez disso, estão sendo expostas a intervenções químicas e cirúrgicas que tentam transformá-las em algo que nunca conseguirão ser: uma pessoa do sexo oposto!

Resultado: as taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo. Essa é a consequência de se fazer experimento social em seres humanos, tendo como motivação uma ideologia desconectada com a realidade e desprovida de qualquer base científica.

Há um preço as pessoas pagam quando se manifestam se opõem essa ideologia nefasta: são chamadas de homofóbicas, promotoras de discurso de ódio etc. É a técnica da mordaça, que estigmatiza quem pensa diferente. Muitos cristãos cedem à pressão e dão um passo atrás, temendo a desaprovação social. Olha aí a filha do Sílvio Santos amarelando no Instagram:

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Patrícia, não arregue, molherrrrrr! Fique firme no alto do seu salto Laboutin! Não recue! Hoje querem ensinar às crianças que relações homossexuais são normais, depois vão querer normalizar o "poliamor" e o incesto.

O pior de tudo é que, entre tantos artistas que se dizem cristãos, não há um sequer que tenha levantado publicamente a voz para apoiar a Patrícia. Vergonha! Vocês serão cobrados por esse silêncio covarde no dia do Juízo!

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Você é padre ou leigo e gostaria de ajudar no acolhimento pastoral e evangelização dos irmãos que sentem atração por pessoas do mesmo sexo? Ou você sente atração por pessoas do mesmo sexo? Para qualquer desses casos, entre em contato com nossos amigos do Apostolado Courage (clique aqui).

UPDATE:

Ontem, Patrícia publicou um segundo pedido de desculpas no Instagram, em que arregou de vez: "Fui me aprofundar sobre o assunto e percebi que tenho muito o que aprender. Não queria ter causado dor, discórdia e muito menos fomentar a intolerância e o preconceito. Meu desejo como pessoa pública é levar alegria, promover o amor, compaixão e o respeito entre as pessoas na esperança de dias melhores. Do fundo do meu coração peço perdão. E assim seguimos a vida...aprendendo", escreveu.

cristao_mumia Um bom pai certamente é carinhoso, mas também sabe puxar a orelha de seus filhos na hora certa! Assim fez o Papa Francisco em recente homilia na Casa Santa Marta (03/05): falou sobre quatro tipos de posturas negativas que nós, cristãos, podemos assumir: o cristão-múmia, o cristão errante, o cristão teimoso e o que para no meio do caminho. Se formos honestos conosco, veremos que, ao menos em algum breve momento de nossa vida - ou até mesmo agora - já encarnamos um desses tipos. O Papa, então, nos sugere esse exame de consciência diário; que ao menos cinco minutos por dia nos dediquemos a pensar sobre essas questões:

  • Como vai o “caminho cristão que iniciei no Batismo? Está parado? Errei o caminho?
  • Vago continuamente e não sei aonde ir espiritualmente?
  • Paro diante das coisas que gosto: a mundanidade, a vaidade” ou vou “sempre adiante”, tornando “concretas as Bem-aventuranças e as Obras de misericórdia?”

CRISTÃO-MÚMIA É o famoso "nem fede, nem cheira". Não é má pessoa, mas também não pratica nenhum bem relevante. O Papa explica: “Um cristão que não caminha, que não percorre a estrada (...): fica ali, parado, não vai avante na vida cristã, não faz florescer as bem-aventuranças em sua vida, não faz obras de misericórdia... É estático. Desculpem-me a palavra, mas é como se fosse uma ‘múmia’, uma ‘múmia espiritual’. Parados... Não fazem mal, mas não fazem bem”. Sobre as OBRAS DE MISERICÓRDIA, confira o nosso post: "Saiba o que o Papa espera de você no Ano da Misericórdia". Atenção: o caminho para evitar ser uma "múmia espiritual" não é ser um cristão ativista! Podemos estar envolvidos em mil e uma atividades da Igreja, e mesmo assim o nosso coração está distante de Cristo, de Seu amor. "Fazer coisas" não necessariamente é sinônimo de fazer a vontade de Cristo (lembremos da passagem do Evangelho sobre as irmãs Marta e Maria). O ativismo é uma tentação de todos nós, padres ou leigos. ativismo_chaplin CRISTÃO TEIMOSO É aquele tipo que insiste em se apegar ao erro, mesmo depois de algum irmão provar que ele está errado, por meio da palavra dos papas, dos santos e das Escrituras. Sobre isso, o Papa Francisco ensina que “a tragédia é ser teimosos e dizer ‘este é o caminho’ e não deixar que a voz do Senhor nos diga ‘volte atrás e retome o caminho certo’". Portanto, a maior desgraça não é estar errados, mas sim não ter a humildade e a coragem de rejeitar o erro e abraçar a verdade, quando ela se apresenta a nós. Em homenagem a esse pessoal, aí vai a cena do burro teimoso de Family Guy, obstinado me negar que o Kevin Bacon atuou em Foot Loose... CRISTÃO ERRANTE É aquele que não tem rumo, que não sabe para onde vai. “São errantes na vida cristã, vagantes. A vida deles é vagar, aqui e ali, e perdem assim a beleza de se aproximar de Jesus. Perdem o caminho porque vagam e, muitas vezes, esse vagar, vagar errante, os leva a uma vida sem saída: o muito vagar se transforma em labirinto e depois não sabem sair. Perderam o chamado de Jesus. Não têm bússola para sair e vagam; procuram" - esclarece o Papa. CRISTÃO QUE PARAM NO MEIO DO CAMINHO meio_caminho"Há outros que no caminho são seduzidos por uma beleza, por algo e param na metade do caminho, fascinados por aquilo que veem, por aquela ideia, por aquela proposta, por aquela paisagem … E param! A vida cristã não é um fascínio: é uma verdade! É Jesus Cristo!". É verdade, Papa Francisco! O Cristianismo é muito mais do que um conjunto de belos valores ou um conjunto de belas tradições: é a verdade, é a vida! É preciso amar Deus feito Homem, Jesus Cristo, e nos deixar ser transformados por Ele, dia após dia. Avante!

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São Pedro, em um belo dia, passou óleo de peroba na cara e fez uma pergunta a Jesus – era uma pergunta, imagino, que todos os demais apóstolos queriam fazer, mas não tinha coragem para isso:

– Eis que nós deixamos tudo para te seguir. Que haverá então para nós? (Mt 19,27)

Estou renunciando a muitas coisas... o que eu ganharei com isso? Que vantagem há em te seguir, ó Cristo? Não era uma pergunta desrespeitosa, nem havia qualquer tom de afronta. Era uma pergunta feita com a sinceridade de uma criança. Por isso Jesus não se ofendeu, e respondeu de modo claro e objetivo:

– Em verdade vos digo: ninguém há que tenha deixado casa ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras por causa de mim e por causa do Evangelho que não receba, já neste século, cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, com perseguições e no século vindouro a vida eterna.” (Mc 10, 28-30)

Já neste século = ainda nesta vida.

Ou seja, tudo o que você renunciar por amor a Cristo, receberá em troca, ainda nesta vida, graças que lhe darão uma satisfação cem vezes maior do que aquilo que você renunciou. Mas repare: COM PERSEGUIÇÕES. E, depois, a felicidade na vida eterna. Não lhe parece vantajoso? Com Cristo, só lucramos: nunca perdemos nada!

Temos fé nesta promessa? Acreditamos em Jesus? A resposta está nas decisões concretas que tomamos a cada dia.

"Renunciais a Satanás e a todas as suas obras e seduções?" - assim pergunta o bispo aos crismandos, durante a renovação das promessas do batismo, na cerimônia do Crisma. O Joselito pensa consigo: "Ok... Eu não quero mesmo andar por aí ao lado de um sujeito chifrudo que cheira a enxofre! Essa é fácil! Renuncio!". Você não renunciou a nada, Joselito! Você continua abraçado ao capeta, por meio dos seus pecadinhos de estimação, aqueles que você não quer largar de modo algum.

Para manter amizades ou se enturmar na escola ou na universidade você precisa adotar ideias ou atitudes contrárias à fé cristã? Renuncie! Fique em paz, Deus mesmo será seu amigo, e lhe dará amigos muito melhores.

Para manter seu emprego você precisa colaborar ou ser conivente com atos imorais? Renuncie! Não se preocupe: Jesus sabe que você precisa comer, beber e se vestir. Um pai não dará pedra ao filho que pede pão. Busque primeiro o Reino de Deus, e tudo o mais virá por acréscimo.

Para manter seu namoro você precisa viver em pecado mortal, pois quem você ama não aceita viver um namoro casto? Renuncie! Dê a Jesus a chance de lhe mostrar quanta alegria há em uma vida casta.

No casamento, para manter uma vida de maior conforto, você usa camisinha ou pílula anticoncepcional para evitar filhos? Renuncie! Confie na Providência! Deus não decepciona quem confia nEle e segue Seus mandamentos.

“Não existe cristianismo sem Cruz”, advertiu o Papa Francisco (homilia na Capela Santa Marta, 08/04/2014). Em outras palavras, quem segue a Cristo, necessariamente, sofrerá perseguições e outros sofrimentos. É urgente lembrar isso, em um tempo em que muitos parecem procurar em Cristo e na Igreja somente milagres, bem-estar, graças materiais.

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Nesse cenário, proliferam as seitas que pregam um cristianismo a serviço de uma vida de sucesso: "Pare de sofrer", diz a Teologia da Prosperidade. Mas a mensagem do cristianismo autêntico, o cristianismo da cruz, é bem diferente: "Pare de sofrer em vão".

Jesus jamais nos prometeu o Paraíso aqui nesta terra. Nesse mundo temos grandes alegrias, mas a maior parte da vida é luta, decepções, lágrimas e perdas (“A vós suspiramos, gemendo e chorando neste VALE DE LÁGRIMAS...”, assim rezamos na Salve-Rainha). E por melhor que uma vida seja, seu desfecho material é um só: o túmulo. Somos pó e ao pó voltaremos - é o que nos lembra a Igreja, a cada Quarta-Feira de Cinzas.

Os que estão em Deus usam o sofrimento como degraus de sua escada para o Céu, e assim mantém a paz e a alegria, mesmo nas tribulações. Já os que estão longe de Cristo se revoltam diante da dor, e assim seu sofrimento é vão, pois não gera nada de bom nem para si, nem para os outros.

Acaso a cruz nas igrejas é mero enfeite? Não! A cruz é o nosso caminho, é o nosso destino! Não entraremos no Céu se não aceitarmos unir a nossa cruz à cruz de Cristo. “A Cruz não é um enfeite para ser colocado no altar, mas o mistério do amor de Deus” (Papa Francisco).

Os Apóstolos diziam aos discípulos: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus” (At 14, 22). MUITOS SOFRIMENTOS – notem bem. Se não aceitarmos fazer penitência nesta vida, teremos (com sorte!) que fazer isso depois, no Purgatório. Ali, penando muito, mas com o coração cheio de esperança, as almas são purificadas, e só chegam ao Céu após quitar a dívida que não pagaram com amor ou dor, quando estavam na terra.

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Finalmente estreamos a temporada 2016 de O Catequista TV! Se você ainda não conhece o nosso canal no Youtube, acesse e inscreva-se já para ficar ligado nas próximas novidades.

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Em fevereiro deste ano, a Revista Veja (foto abaixo) trouxe na matéria de capa o tema “gênero neutro”, sobre pessoas que se identificam nem como meninos nem como meninas – e escrevem alunx, amigue etc. As personagens principais eram duas adolescentes; uma lésbica e uma bissexual. Ambas diziam ter a “sexualidade fluída”, ou seja, admitiam a possibilidade de suas preferências sexuais mudarem ao longo da vida.

genero_neutroA chamada da capa sugeria um padrão comportamental para a nova geração de jovens, a chamada “geração Z” (será de “z” zumbis sem cérebro, incapazes até mesmo de entender que se nasceu com pênis é menino, e se nasceu com vagina é menina?). E aí, como a mulherada reagiu? Teve hashtag irônica nas redes sociais... Não?!? Textão no Facebook, das manas dizendo que uma revista de grande circulação não pode fazer apologia a um padrão de comportamento para a juventude... Não?!? Ué...

Três meses depois, a mesma revista publica uma matéria sobre a esposa do vice-presidente Michel Temer. O trecho que afirma que “Michel Temer é um homem de sorte” e o título “Marcela Temer: bela, recatada e “do lar” provocou o choro e o ranger de dentes das feministas. “Isso cria um estereótipo!”, esbravejam. Deixem de bravata!

O modelo feminino que vigora hoje não valoriza e até mesmo menospreza a mulher “do lar”. Donas-de-casa, na maioria das vezes, são vistas como mulheres “sem profissão” e encostadas no marido. A mulher ideal dos nossos tempos é aquela que bate no peito pra dizer que ganha o próprio dinheiro e não precisa de homem pra nada. Tô mentindo?

Basta ver o perfil da maioria das nossas divas pop internacionais, que são o principal modelo das jovens, pra ver que o recato passa looooonge, e muitas delas nem mesmo querem se apresentar como bonitas: vendem a imagem de bizarras (Lady Gaga e Miley Cyrus) e devassas (Nicki Minaj). Por sua vez, Madonna, Britney, Hihanna, JLo e Beyoncé disputam nos red carpets da vida quem aparece mais pelada. Resultado: pergunte a uma menina ou adolescente o que ela deseja ser no futuro, e dificilmente ela falará que sonha em ser dona-de-casa.

Considere também a cansativa modinha de culto à imagem da pintora Frida Kahlo, que mantinha monocelha, bigode e sovaco peludo não por falta de gilette, mas pelo simples orgulho de ser jaburu. Ninguém dá piti quando a mídia exalta o seu casamento com Diego Rivera, em que um competia com o outro quem era mais chifrudo. Era uma história di amô taum linda, zênti, mas taaaaaaum linda, que a Frida até tentou se matar!

Frida é festejada como musa, mulher de verdade. Diego era 21 anos mais velho do que ela, mas a esquerdalha nunca chiou por isso. Por sua vez, Marcela é alvo de zombaria – inclusive por ter um marido bem mais velho. Por que a diferença de tratamento das irmãzinhas? Qual o critério que leva a endeusar uma e fazer da outra objeto de chacota? Já sei: Marcela, minha filha, tire esse sorriso maternal da cara, poste uma foto com pouca roupa no Instagram, vire uma baranga comunista e deprimida, e as miga vão te amar!

Para quem não notou, a matéria da Veja não foi nenhuma ode a Marcela - muito pelo contrário. O texto é propositalmente cafona e afetado, fazendo questão desfiar um vasto rol de peruagens e futilidades. Com que objetivo? Para despertar simpatia é que não poderia servir... O deboche é dissimulado. Não percebeu? Leia a matéria de novo.

beyonce

Miga, sua louca, você não entendeu nada e deu chilique à toa! Serviu de inocente útil da esquerda, dando força para um movimento de mordaça , que achincalha todos aqueles que ousem exaltar o perfil de uma mulher “certinha”.

O QUE DIZ A BÍBLIA? O QUE DIZ O PAPA?

E as mulheres cristãs? Sob quais critérios podemos nos guiar para tomar posição nesse bafafá? Vamos olhar para as Escrituras e para as orientações do nosso Papa.

O texto de Provérbios 31 exalta a mulher que governa com eficiência a sua casa, que não é preguiçosa, que é caridosa com os pobres e abandonados, que fala coisas sábias e inteligentes, que tem o espírito forte.

É BELA? Talvez sim, talvez não... Isso não importa muito: “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada” (Prov 31,30).

É RECATADA? Claro que sim! Não no sentido de ser retraída, mas no sentido de praticar a virtude da castidade. E esse recato se expressa também no cuidado com as roupas que ela veste: “Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade...” (Timóteo 2,9). A postura oposta do recato é a indecência; não teria o menor cabimento a Bíblia aprovar esse tipo de coisa, né, gente?

É "DO LAR"? Sim, certamente é uma dona-de-casa muito dedicada! Ela prioriza o cuidado dos filhos e da casa. Mas também é possível que trabalhe fora, pois comercializa seu trabalho e traz rendimentos para a família: “Tece linha e o vende, fornece cintos ao mercador” (Prov 31,24).

Grande parte das mulheres católicas trabalha fora, como Santa Gianna Beretta, que era médica. Porém, temos que zelar para que o governo da nossa casa e a criação de nossos filhos não seja terceirizada. Como bem notou o Papa Francisco na sua última exortação apostólica, há muitos órfãos de pais vivos! Especialmente pela ausência da presença materna.

“O sentimento de ser órfãos, que hoje experimentam muitas crianças e jovens, é mais profundo do que pensamos. Hoje reconhecemos como plenamente legítimo, e até desejável, que as mulheres queiram estudar, trabalhar, desenvolver as suas capacidades e ter objetivos pessoais. Mas, ao mesmo tempo, não podemos ignorar a necessidade que as crianças têm da presença materna, especialmente nos primeiros meses de vida. (...) O enfraquecimento da presença materna, com as suas qualidades femininas, é um risco grave para a nossa terra.”

- Papa Francisco. Amoris Laetitia

Crias de Marx fazem rebú quando alguém exalta a mulher “do lar”, porque é preciso que a mulher só se sinta poderosa e valorizada quando está “na rua”. E assim ele tende a ter menos filhos e a ficar menos tempo com eles. Uma família cada vez menor, com pais e mães que vivem mais na rua do que em casa, é mais fácil de ser esfacelada. No seu túmulo, o esqueleto da senhora Sartre deve estar sacolejando de júbilo!

“Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direção.”

- Simone de Beauvoir, diálogo com Betty Friedan. Revista The Satuday Review, 1975

Essa Simone não era aquela mesma que pregava “que a liberdade seja a nossa própria substância”? Sim, mas desde que “liberdade” significasse seguir o seu modelo de vida, ou seja: dar pra todo o mundo e arrumar amantes menores de idade para o marido. Liberdade pra ser recatada e "do lar"? Jamé!

Você quer postar hashtag menosprezando o recato feminino e fazer papel de marionete pro fantasma dessa "fofa" marxista? É um direito seu. Eu tô fora.

*****

Pra descontrair o clima tenso: curtam os clipes abaixo, que eu amoooooo! Beyoncé batendo o cabelão divoso, mandando as mana esfregar o contracheque gordo na cara dos homi, e Ne Yo fissurado nas executivas de salto agulha, que fazem questão de pagar a conta.

Se um membro do corpo necrosou, o que o médico faz? Não há outro jeito senão amputá-lo, para que a necrose não se expanda para outros membros e leve o corpo inteiro à morte. É uma medida extrema, triste, mas salvadora. Da mesma forma, quando a Igreja excomunga um dos membros de seu Corpo, quer somente evitar que os outros membros também adoeçam e se percam.

O QUE É EXCOMUNHÃO?

A excomunhão é uma pena aplicada por um bispo ou pelo Papa, por meio da qual um católico batizado deixa de ser membro o Corpo Místico de Cristo. Ou seja, ele não pode mais ser considerado católico; sua comunhão com a Igreja está rompida – EXcomunhão. Porém permanece o laço espiritual e invisível do batismo.

Foi o próprio Cristo que deu aos Apóstolos o poder de excomungar, quando disse: "E, se ele não os atender, dize-o à Igreja; e, se recusar ouvir também a Igreja, considera-o como pagão e publicano" (Mt 18,17). Considerar uma pessoa como pagã significa que ela não mais deve ser considerada cristã.

Por isso, o excomungado não pode receber NENHUM sacramento e não pode exercer nenhum ofício na Igreja. Mas esse estado terrível não precisa ser definitivo: para que a excomunhão seja retirada, basta o excomungado se arrepender e se confessar – mas não com qualquer padre. O perdão só pode ser dado pelo bispo local, pelo Papa ou por um sacerdote especialmente designado por eles.*

A excomunhão é uma medida dura, mas pedagógica. Não visa condenar o excomungado ao Inferno, mas sim chamar-lhe à razão, deixando bem clara a profunda gravidade de seu erro.

QUAIS PECADOS LEVAM À EXCOMUNHÃO?

Quem pode ser excomungado? Aqueles que comentem essas faltas:

  • Apostasia (renegar a fé católica);
  • Heresia (insistir em negar uma ou mais verdades da fé católica revelada, mesmo depois de advertido pelas autoridades da Igreja);
  • Cisma (fundar uma seita “católica” rebelada contra Roma);
  • Profanação das espécies sagradas (o Corpo e o Sangue de Cristo);
  • Violência física contra o Papa;
  • Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne;
  • Consagração ilícita de um bispo sem autorização do Papa;
  • Violação direta do segredo da Confissão pelo confessor;
  • Aborto.*

Quem faz aborto, apóstatas, cismáticos e hereges são excomungados automaticamente, sem que seja necessário a Igreja publicar uma sentença formal contra ele.

Ok... Por que pecados como estupro, corrupção ou latrocínio não constam nessa lista? Simples: porque não é necessário. Não precisa nem mesmo ser católico para saber que tais crimes são detestáveis, e não podem ser aceitos nem justificados. Por sua vez, o pecado que leva à excomunhão possui uma característica peculiar: é gravíssimo, mas se apresenta muito facilmente como um ato justo.

Os que cometem um pecado passível de excomunhão - em especial os hereges, cismáticos e apóstatas - geralmente se orgulham desse pecado, e o alardeiam aos quatro cantos, caçando aplausos e apoio (e muitas vezes conseguem isso). Já um corrupto, um estuprador ou um assassino buscam sempre ocultar seu crime, pois sabem que serão hostilizados por todos, caso sejam descobertos.

Como bem está bem explicado no blog Deus lo Vult, a excomunhão serve “para desmascarar Satanás travestido de anjo de luz. É empregada não para coroar a maldade dos pecados que já são abjetos por natureza, mas para revelar a malícia escondida sob aqueles que parecem inofensivos ou mesmo virtuosos”.

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* Desde o Ano Santo da Misericórdia, aberto pelo Papa Francisco em dezembro de 2015, foi concedido a TODOS os sacerdotes o poder de perdoar o pecado do aborto.

Risadinhas, conversas paralelas, gente falando no celular, barulho de pacote de biscoito sendo aberto... Como isso atrapalha os fiéis a se concentrarem na Santa Missa! E os anjos que prestam assistência ao altar também se ofendem com a falta de respeito ao culto divino. É o que ensina São João Crisóstomo, considerado um dos maiores pregadores cristãos da História.

Nos tempos de Crisóstomo (que viveu entre os anos 354 e 407) os santos pastores da Igreja primitiva corrigiam o povo sem meias palavras, acusando sem rodeios as ações que conduziam as almas ao Inferno. Era um tempo bem diferente no nosso, em que impera a cultura dos melindrados, dos “ofendidinhos”.

Uma coisa que esse santo não tolerava era uma assembleia dispersa e barulhenta. A seguir, apresentamos uma tradução nossa de um trecho de uma de suas homilias, em que ele mete a lenha em quem se comporta mal na missa.

*****

 São João Crisóstomo.

Homilia sobre os Atos dos Apóstolos, 24

É desagradável o que eu vou dizer, mas vou dizê-lo, no entanto. Entre toda essa multidão, não há de ser encontrada uma centena com chances de ser salvo; ou melhor, até mesmo estes eu questiono. Pensem: que maldade existe nos jovens, e que indiferença nos idosos! (...)

E não venham me dizer: "Nós somos uma multidão considerável"; esse é o discurso de homens que falam sem pensar ou sentir. (...) Mas, se vós não acreditais em mim, pergunte às nações, aos perseguidores do tempo em que a conduta dos cristãos era mais rigorosa, em que foram eles mais provados. Poucos eram em número, mas eram ricos em virtudes.

Por exemplo, de que vale ter feno em abundância, quando se poderia ter pedras preciosas? O montante não consiste na soma dos números, mas no valor comprovado. Elias foi um: mas o mundo todo não valia tanto quanto ele. (...) Que necessidade tenho eu de uma multidão? Ela é (apenas) mais alimento para o fogo. (...)

Isso também se pode ver na guerra: melhor são dez homens bem treinados e valentes, do que dez mil sem nenhuma experiência. Estes últimos, além de não trabalharem, atrapalham os que trabalham. O mesmo também se pode ver no caso de um navio: melhor são dois marinheiros experientes, do que grande número de inábeis, pois estes afundarão o navio.

Essas coisas eu vos digo para que ninguém admire a Igreja por causa de seus números, mas para que possamos aprender a ser uma multidão realmente digna; para que cada um possa zelar não somente sobre o seu dever, não somente em relação a seus amigos, ou a seus parentes como sempre digo, ou a seus vizinhos, mas que possa atrair os estrangeiros também.

Por exemplo, a oração está acontecendo; lá se encontram os jovens estupidamente indiferentes, e os velhos também (...); rindo, rindo abertamente, falando a ponto de até mesmo eu ouvir o que está sendo dito, e zombando um do outro (...). E lá está você, jovem ou velho: repreenda-os ao vê-los (comportando-se assim). Se não se contiverem, repreenda-os mais severamente: chame o diácono, ameace, faça o que está ao seu alcance. (...)

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Você não sabe que está de pé em companhia dos anjos? Com eles você canta, com eles entoa hinos, e você fica rindo? Não é surpreendente que um raio não seja lançado, não somente sobre aqueles (que se comportam assim), mas também sobre todos nós? Para tal comportamento a visita de um raio cairia muito bem.

O Imperador está presente, está revistando a tropa: e, mesmo com Seus olhos sobre você, você fica rindo, ou suporta ver outro rindo? Quanto tempo ainda teremos que continuar censurando, quanto tempo reclamando? (...) Quem ri na hora do Terrível Mistério? Quando vão deixar de dizer trivialidades, de falar no instante da bênção? Não têm vergonha diante dos presentes? Não têm temor a Deus?

Já não basta nossos próprios pensamentos ociosos, já não é suficiente que em nossas orações a mente vagueie de lá para cá... O riso alheio também tem necessidade de interferir, e as rajadas de alegria? É uma diversão teatral o que é feito aqui?

Portanto, eu solenemente protesto contra vocês, os que fazem barulho, e isso será para vocês causa de juízo e condenação. E de hoje em diante, se acaso você ver uma pessoa se comportando de forma desordenada, se acaso ver qualquer pessoa falar, especialmente naquela parte (do Serviço), fale com ela. (...) Interrompa a sua oração e a repreenda, para que você possa fazer o bem a ela e obter bênçãos para si, e assim também todos sejam salvos e alcancem o Reino dos Céus, por meio da graça e bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

hadouken_crisostomo

 

Em nossa série sobre os papas, o historiador Paulo Ricardo Costa já publicou diversos posts sobre os papas vacilões. Sofremos aqui com o relato das trajetórias dos maus papas...

...do período da Pornocracia (confira aqui);

...do "Papa Bórgia" (parte 1, parte 2 e parte 3);

...dos demais papas insensatos da Renascença (Sisto IVInocêncio VIII, Júlio II - parte 1 e parte 2, Leão X - parte 1, parte 2 e parte 3 e parte 4 - e Clemente VII;

...e de Júlio III.

O fato de a Igreja ter atravessado os séculos e permanecido com a doutrina sã e intacta, a despeito dos pecados pessoais dos papas, é prova de que ela é governada pelo Espírito Santo. É bem verdade que a grande maioria dos Papas merece o nosso louvor e veneração, mas mesmo os homens mais santos - como São Pedro - não seriam capazes de guardar com perfeição o depósito da fé, se não tivessem recebido esse dom especial do Alto.

A seguir, apresentamos a vocês uma tradução nossa de um trecho de um discurso do Venerável bispo americano Fulton Sheen (um dos evangelizadores mais brilhantes de todos os tempos). Ele esclarece de modo brilhante a questão do dogma da infalibilidade papal: "Infalibilidade é a incapacidade de ensinar o que é errado; impecabilidade é a incapacidade de fazer o mal. Nosso Senhor fez a Rocha infalível, mas não impecável" (do livro The Rock Plunged Into Eternity).

*****

fulton_sheenArcebispo Fulton Sheen

Discurso feito em 27 de janeiro de 1935

O mundo nos questiona o tempo todo com questões como essas:

  • “Como você ousa dizer que o sucessor de Pedro é o vigário de Cristo? A vida pecaminosa dos homens que se sentaram na cadeira de Pedro não prova que eles não são infalíveis?”
  • “Como alguém pode ser infalível, se é um pecador?”
  • “Você ousa quer dizer que um homem mau como Alexandre VI, que era um pecador, poderia ser o vigário infalível de Jesus Cristo?” (...)

A raiz do erro sobre este assunto está no fato de que os inimigos do Papado não conseguem fazer a distinção entre a infalibilidade e impecabilidade. Infalibilidade significa ser livre de erro, e impecabilidade significa ser livre de pecado.

Daí surge esta pergunta: quando Nosso Senhor conferiu a primazia sobre Pedro e seus sucessores ele os fez infalíveis ou impecáveis? Os próprios Evangelhos fazem a distinção. Pedro fez a confissão da Divindade de Nosso Senhor, que então o colocou como a Rocha da Sua Igreja, com a garantia de que as portas do erro nunca prevalecerão contra ela.

Imediatamente após essa promessa de liberdade do erro e garantia da fé, o Senhor diz aos Apóstolos que Ele deve "ir a Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, os escribas e príncipes dos sacerdotes, e ser condenado à morte".

O pobre, fraco e humano Pedro – que estava, evidentemente, inchado de orgulho, pois havia sido feita a Rocha da Igreja – ainda teria que aprender as limitações do seu dom. Como um menino que recebeu autoridade e está ansioso para exercê-la, Pedro agora chama o Senhor, na linguagem do Evangelho "a repreendê-lo", dizendo: "Senhor, tenha compaixão de ti, isso de modo algum te acontecerá".

Diante disso, Nosso Senhor, que estava de costas para Pedro, virou-se e disse: "Afasta-te, Satanás! Tu és para mim um escândalo; teus pensamentos não são de Deus, mas dos homens!".

pedro_satanas

Um momento antes Pedro foi chamado de Rocha; agora ele é chamado de Satanás. Bem, não acho que a Mente Divina tenha mudado tão rapidamente. O Senhor não pegou de volta o dom da primazia, porque Ele o confirmaria depois de Sua Ressurreição. Ele estava apenas apresentando a Pedro a distinção entre o ofício e o homem, entre infalibilidade e impecabilidade, entre ser livre de erro e a libertação do pecado.

Em outras palavras, o Senhor estava dizendo: "Como Pedro, a rocha sobre a qual eu edificarei a Minha Igreja, você será preservado do erro; mas como Simão, filho de João, como um homem, você é tão fraco, tão humano, tão apto a ser pecador, que pode tornar-se ainda como a Satanás. Em seu ofício você é infalível; mas como um homem você é capaz de pecar".

A maioria de nós, também, ao examinarmos nossas relações com nossos semelhantes, está consciente dessa distinção que o Senhor fez em Cesareia de Filipe. Se um oficial da lei levanta a mão e ordena que você pare no trânsito, você o fará. E por quê? Porque ele é o representante da lei e da ordem. E você faria isso mesmo que você soubesse que, como um cidadão privado, o guarda de trânsito era conhecido por bater em sua esposa. Em outras palavras, você faz a distinção entre o ofício e o homem.

(...)

Admitindo, então, a fraqueza do homem (que continua a ser a mesma pessoa) e o poder do ofício (porque este é de Cristo), como justificar a ênfase que os inimigos da Igreja têm colocado sobre a imperfeição de Pedro? Ao ler algumas histórias poderíamos pensar que o papado não era nada além do que um rio escarlate de sangue.

pedro_aguas

Escândalos têm a qualidade infeliz de absorver atenção. Um assassino recebe mais espaço em nossos jornais do que uma mãe que se sacrifica. (...) Em geral, podemos dizer que aqueles que sabem tudo sobre os dois ou três maus sucessores de Pedro nada sabem sobre os outros 250 bons. Como é verdade que "o mau que o homem faz sobrevive a ele; mas o bem é muitas vezes enterrado com seus ossos"! A maldade de um homem em posição de autoridade permite obscurecer um milhão de santos.

Mas por que não colocar as coisas na devida proporção? (...) Por que muitos daqueles que exploram o mau de dois ou três nunca admitem que, dos primeiros 33 sucessores de Pedro, 30 foram mártires e os outros três foram exilados por sua fé? Quantos dos que se debruçam sobre o mau exemplo de dois ou três vão saber ou admitir que, dos 253 sucessores de São Pedro, 83 foram canonizados por sua virtude heroica, e que mais de 50 foram eleitos sob protesto, alegando eles mesmos serem indignos de assumir um ofício tão nobre?

Qualquer um que ataque uma linha tão grande de mártires, santos e doutores deve estar fortemente convicto de sua própria impecabilidade, para poder apontar o dedo a dois ou três que se revelaram indignos de seu ofício. Se esses que atacam são santos, puros e sem mácula – e eu me pergunto quantos são – deixe-os pegar suas pedras. Pois atirar a primeira pedra é privilégio daqueles sem pecado. Mas se eles não estão acima de qualquer suspeita, então vamos deixar o seu julgamento para Deus.

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